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Depoente diz que Conselho o confundiu com o irmão

Congresso em Foco

20/9/2006 | Atualizado às 13:43

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O empresário Valdir Agostinho Piran, apontado como ex-proprietário do veículo Fiat Ducato que teria sido emprestado pelo deputado federal Lino Rossi (PP-MT) ao senador Magno Malta (PL-ES) em troca de emendas para a compra de ambulâncias, prestou depoimento nesta quarta-feira (20) no Conselho de Ética do Senado.

Valdir Piran, que é proprietário de uma factoring, negou conhecer o senador Magno Malta e disse que nunca realizou transações com carros. No entanto, ele afirmou que o seu irmão, Valcir Piran, fez o negócio. "Eu não mexo com veículos. Eu nem conheço essa marca de carro. O meu irmão, sim. Ele até me contou que vendeu o carro. A confusão é porque os nossos nomes são parecidos (Valdir e Valcir)".

O relator do processo contra Magno Malta, Demóstenes Torres (PFL-GO), informou a Valdir que os Vedoin declararam que trocaram o cheque de R$ 50 mil, pago pelo carro, na facotring dele. Valdir Piran, então, declarou que já fez negócios com os Vedoin, mas que não reconhecia o cheque de R$ 50 mil apresentado pelo Conselho. "Tenho que olhar na contabilidade da empresa e depois posso fornecer os dados (se recebeu o cheque dos Vedoin para ser trocado no seu factoring)"

No final do depoimento de Valdir Piran, Demóstenes Torres pediu o endereço do irmão do depoente, Valcir, para que esse seja convocado para prestar depoimento. Disse ainda que Valcir deverá prestar depoimento à Polícia Federal no próximo dia 4, em Cuiabá, e, no dia seguinte, ao Conselho de Ética, a partir das 10h.

Acareação

A acareação entre o sócio da Planam, Darci José Vedoin, e o chefe de gabinete de Magno Malta, Hazenclever Lopes Cançado, não poderá ser feita hoje (20), pois o empresário não comparecerá por motivo de doença.

Reunião  reservada

Apesar de não ter sido convocado para depor, o deputado Lino Rossi (PP-MT), pediu para ser ouvido em reunião reservada.

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