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Virgílio: aniversário do PT é o "dia da impunidade"

Congresso em Foco

13/2/2006 | Atualizado às 16:51

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O líder do PSDB no Senado, Arthur Virgílio (AM), elevou hoje o tom das críticas depois que o presidente do PT, deputado Ricardo Berzoini (SP), ter confirmado que vai entrar amanhã com uma ação contra o ex-presidente Fernando Henrique Cardoso. Em nota, o senador tucano disse que o dia 13 de fevereiro, data do aniversário do partido do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, deveria ficar conhecido como o “dia da impunidade”.

"Hoje é dia de duplo aniversário. Todos os envolvidos no caso Waldomiro Diniz comemoram o segundo ano do escândalo sem que nenhum deles tenha sofrido a menor punição. E o governo Lula se junta à festa dos 26 anos do seu partido”, atacou Virgílio.

A fala foi uma referência ao caso Waldomiro Diniz, que veio à tona em 2004. Em 13 de fevereiro daquele ano, quando o PT preparava-se para comemorar o primeiro aniversário da legenda depois de assumir o governo, a revista Época trouxe uma gravação, de 2002, em que Waldomiro – então assessor do ministro chefe da Casa Civil, José Dirceu – tentava extorquir o empresário de jogos de azar Carlos Augusto Ramos, o Carlinhos Cachoeira.

Nesta segunda-feira, Berzoini rebateu as acusações de corrupção no governo e em seu partido. O petista disse que a legenda “não pode abrir mão da ética”. Ele sustentou não haver comprovação da existência do mensalão e disse que vai acionar FHC judicialmente por conta de uma entrevista à revista Istoé na qual o ex-presidente diz que “a ética do PT é roubar”.

“Problemas ocorreram, e foram identificados. Em relação ao 'mensalão', a denúncia oficial de Roberto Jefferson não foi comprovada e não será porque não houve. Houve trânsito irregular de recursos, o caixa dois”, disse Berzoini.
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