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PSL e PHS retiram candidatura à Presidência

Congresso em Foco

3/7/2010 21:09

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Edson Sardinha
A dois dias do encerramento do prazo para pedido de registro de candidatura, o PSL e o PHS resolveram hoje (3) desistir de lançar candidato à Presidência da República. Os dois partidos atribuíram a desistência à decisão do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) de restringir a participação dos presidenciáveis nos programas eleitorais de rádio e TV nos estados onde as coligações regionais sejam diferentes da nacional.  Com isso, nove candidatos devem concorrer ao Planalto.

Em nota divulgada em sua página na internet, o PHS confirmou a desistência de Oscar Silva, que deve disputar uma vaga na Câmara pelo Distrito Federal.  Já o candidato Américo de Souza, do PSL, não renunciou à candidatura. A decisão foi tomada em reunião da executiva nacional, da qual ele não participou. Américo ainda pode contestar a decisão do comando partidário.

“A candidatura tornou-se inviável uma vez que a intenção de verticalização, mesmo que disfarçada pelo TSE, desestabilizou as coligações regionais do partido. Vale ressaltar que o TSE retirou a matéria da consulta feita pelo PPS sobre o tema pra estudos e só se pronunciará após o recesso. Politicamente falando, criou-se um clima de insegurança nas coligações regionais”, justificou o PSL, em comunicado oficial.
 
Em Minas Gerais, por exemplo, o partido faz parte de uma ampla aliança com o PSDB, que pretende eleger Antônio Anastasia como governador. O prazo final para o pedido de registro de candidatura se encerra nesta segunda-feira (5).

Na quinta-feira passada (1º), o presidente do TSE, Ricardo Lewandowski, suspendeu a decisão que proibia o uso de imagem e voz dos presidenciáveis em programas eleitorais de partidos que tenham alianças diferentes nas disputas regionais.

Por causa da polêmica que a regra suscitou entre partidos da base aliada de Lula e da oposição, Lewandowski pediu vista antecipada da consulta feita pelo senador Marconi Perillo (PSDB-GO) sobre o assunto. O ministro determinou que a publicação do acórdão do julgamento seja suspensa. Os ministros saíram de recesso na última semana e só voltam a discutir o assunto em agosto.

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