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PF já sabe origem do chamado "dossiê anti-FHC"

Congresso em Foco

15/5/2008 | Atualizado às 20:39

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Não é mais segredo para a Polícia Federal (PF) o nome da pessoa que repassou as informações do chamado “dossiê anti-FHC” para o servidor público José Aparecido Nunes, afastado da secretaria de Controle Interno da Casa Civil – o responsável pelo envio dos dados ao assessor do senador tucano Alvaro Dias (PR) André Fernandes. Ambos (André e José) prestarão à CPI Mista dos Cartões, na próxima terça-feira (20), depoimento sobre o vazamento do dossiê.

Entretanto, de acordo com matéria publicada na Folha Online, o delegado Sérgio Menezes, responsável pelas investigações sobre o dossiê, informou que ficará sob sigilo o nome do usuário do computador detectado hoje (15) como o usado na operação. O inquérito aberto na PF apura as denúncias de que a Casa Civil teria elaborado – com o objetivo de intimidar a oposição na CPI Mista dos Cartões Corporativos – um dossiê reunindo gastos do governo Fernando Henrique Cardoso com cartão corporativo e contas tipo B.

Ainda de acordo com a matéria, o delegado admitiu “ser possível” que o usuário seja alguém diretamente subordinado a José Aparecido. Amanhã (16), Menezes colherá o depoimento de José Aparecido, na Superintendência da PF, mas já avisou que o encontro será sigiloso, uma vez que o processo corre em segredo de Justiça.

Hoje, a presidente da CPI dos Cartões, senadora Marisa Serrano (PSDB-MS), adiantou que será promovida uma acareação entre José Aparecido e André Fernandes na próxima terça-feira, contrariando a opinião de parlamentares até da oposição – eles dizem que uma acareação apenas deveria ser realizada se houver contradição entre as versões. André Fernandes já avisou que aceita ser confrontado com o servidor exonerado. (Fábio Góis)

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