Entrar

    Cadastro

    Notícias

    Colunas

    Artigos

    Informativo

    Estados

    Apoiadores

    Radar

    Quem Somos

    Fale Conosco

Entrar

Congresso em Foco
NotíciasColunasArtigos
  1. Home >
  2. Notícias >
  3. Corrupção continua nos Correios, sugere Marinho

Publicidade

Publicidade

Receba notícias do Congresso em Foco:

E-mail Whatsapp Telegram Google News

Corrupção continua nos Correios, sugere Marinho

Congresso em Foco

29/9/2005 | Atualizado 3/10/2005 às 14:58

A-A+
COMPARTILHE ESTA NOTÍCIA
O ex-chefe do departamento de Contratação e Administração dos Correios Maurício Marinho sugeriu há pouco, em depoimento a portas fechadas na CPI dos Correios, que o esquema de corrupção na empresa ainda está montado, apesar do afastamento de diretores apontados como responsáveis pela corrupção na estatal. Segundo Marinho, apadrinhados desses ex-diretores ainda ocupam cargos na empresa e protagonizam fraudes nos processos licitatórios.



“Ele dá a entender que são pessoas colocadas pela diretoria afastada e insinua que o esquema continua”, afirmou o relator da comissão, deputado Osmar Serraglio (PMDB-PR). Porém, o ex-funcionário disse não ter dados que atestem o prosseguimento das irregularidades por esses apadrinhados.



Durante o depoimento, Marinho entregou um dossiê de 300 páginas com cópias de contratos que comprovariam diversas irregularidades nos Correios durante o governo Luiz Inácio Lula da Silva. Ele insinuou ter havido direcionamento nos editais de licitação, além de benefícios na execução dos serviços, como aditivos acima dos valores de mercado. O ex-diretor citou como exemplo a compra de 1.050 furgões pela estatal e afirmou que, para fornecê-los, somente a montadora Fiat se prontificou, com preços acima da média.



Segundo o ex-diretor, o valor de cada furgão, na concessionária, chega a R$ 31.776. Aos Correios, eles foram vendidos por R$ 32.400. A Fiat aparece como uma das depositárias da SMP&B, uma das agências do empresário Marcos Valério, apontado como operador do mensalão. A assessoria da montadora afirmou que o depósito era referente ao pagamento de serviços de publicidade.



O contrato para a aquisição dos furgões foi de R$ 34 milhões. Segundo Marinho, na compra de cada veículo, R$ 1 mil eram desviados para pessoas envolvidas nos processo de licitação.
Siga-nos noGoogle News
Compartilhar

Temas

Reportagem

LEIA MAIS

Comissão aprova Estatuto da Igualdade Racial

Adiado depoimento de Greenhalgh

Oposição acusa base aliada de esvaziar reunião da CPI

NOTÍCIAS MAIS LIDAS
Congresso em Foco
NotíciasColunasArtigosFale Conosco

CONGRESSO EM FOCO NAS REDES