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BC sobe juros a 11,75%, maior taxa em três anos

Congresso em Foco

3/12/2014 | Atualizado 4/12/2014 às 8:11

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[caption id="attachment_179987" align="alignleft" width="285" caption="Copom: elevação da Selic não quer dizer fim de "parcimônia" com política de juros"][fotografo]Banco Central/Reprodução[/fotografo][/caption]O Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central elevou nesta quarta-feira (3) a taxa básica de juros (Selic) em 0,5 ponto percentual, para 11,75% ao ano. Trata-se da segunda vez consecutiva que o BC reajusta os juros básicos da economia neste ano. A decisão do órgão, unânime, sinaliza a intensificação do ritmo de arrocho monetário em curso. A reunião anterior do Copom, realizada no fim de outubro, elevou a Selic em 0,25 ponto percentual. Trata-se da maior taxa da Selic em cerca de três anos: em outubro de 2011, o percentual era de 12% anuais, e estava em ritmo de queda iniciada em agosto e que, em outubro de 2012, chegaria ao menor nível da história, 7,25%. Esse patamar foi mantido até abril de 2013, quando novo processo anti-inflacionário foi posto em prática pelo Copom, com base na alta de juros. O Copom admitiu, em comunicado, que a decisão em acelerar o ajuste monetário te como objetivo frear o processo inflacionário. No entanto, prometeu cautela na política de regulação dos juros. “Considerando os efeitos cumulativos e defasados da política monetária, entre outros fatores, o comitê avalia que o esforço adicional de política monetária tende a ser implementado com parcimônia”, registra o comitê. Ao elevar a Selic, o BC freia o excesso de demanda de consumo, o que tem desdobramentos no aumento de preços, uma vez que os juros mais altos tornam mais onerosa a concessão crédito, além de estimular a poupança. Em via contrária, a redução da taxa de juros leva ao barateamento do crédito, além de estimular a produção e o consumo, sob risco de afrouxamento do controle inflacionário. Prognóstico Medida pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor (IPCA), a regulação da Selic é a principal medida do Banco Central para manter a inflação no centro da meta definida pelo Conselho Monetário Nacional – 4,5%, com dois pontos percentuais como margem de tolerância (ou seja, 2,5% como piso e 6,5% como teto da meta). Dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) dão conta de que o IPCA acumulado em 12 meses fechou em 6,59% em outubro. Previsões do mercado financeiro apontam que o índice ficará em 6,43% neste ano, estimativa mantida pela segunda semana consecutiva. Já o crescimento do Produto Interno Bruto (PIB), segundo os mesmos prognósticos, será de apenas 0,19%. Mais sobre economia brasileira
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