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Líderes tentam fechar requerimento da CPI do Cachoeira

Congresso em Foco

Autoria e responsabilidade de Mario Coelho

12/4/2012 | Atualizado às 12:01

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Bruno Araújo pede explicações sobre a emenda enxertada em MP que amplia a possibilidade de uso do RDC em obras públicas

Bruno Araújo pede explicações sobre a emenda enxertada em MP que amplia a possibilidade de uso do RDC em obras públicas
[caption id="attachment_63175" align="alignleft" width="300" caption="Bruno Araújo quer que o texto sobre o alcance da CPI do Cachoeira seja mais explícito sobre o alcance da investigação - Gustavo Lima/Câmara"][/caption] Líderes partidários governistas e da oposição vão tentar fechar o texto do requerimento da CPI mista do bicheiro Carlinhos Cachoeira na manhã desta quinta-feira (12). Uma primeira versão foi apresentada ontem (11), mas acabou vetada pelos oposicionistas. Ela não citava, por exemplo, a investigação de agentes privados que se beneficiaram do esquema de Cachoeira. Também não era explícito o alcance da investigação em relação aos políticos envolvidos. Parlamentares não chegam a acordo sobre CPI do Cachoeira Câmara vai investigar deputados ligados a Cachoeira Veja outros destaques de hoje no Congresso em Foco O texto que circulou ontem à noite pela Câmara continha três páginas. Na primeira, estava o objeto da CPI. A intenção é investigar as "práticas criminosas desvendadas pela Operação Monte Carlo, da Policia Federal". A prévia do requerimento colocava como principal alvo de investigação a "existência de um esquema de interceptações e monitoramento de comunicações telefônicas e telemáticas" ilegais. Nas outras duas páginas, está a justificativa para a comissão ser instalada. Nelas, é dito que "urge enfrentar o desafio de destrinçar as relações entre o poder público e atividades do senhor Carlos Augusto Ramos". Para o líder do PSDB na Câmara, Bruno Araújo (PE), é necessário deixar o texto mais explícito em determinados pontos. "A participação de agentes privados é uma delas", ressaltou. De acordo com o jornal Folha de S. Paulo, diálogos telefônicos interceptados pela Polícia Federal sugerem que a construtora Delta, uma das maiores do país, pagou propinas para receber pagamentos por serviços prestados ao governo do Distrito Federal. Já O Estado de S. Paulo afirma que aliados do contraventor Carlinhos Cachoeira revelam que a diretoria da empresa no Rio "cobrava a fatura" de doações eleitorais ao pressionar o Palácio do Buriti por nomeações e a liberação de verbas. Reuniões entre Araújo e os líderes do PT, Jilmar Tatto (SP), do PMDB, Henrique Eduardo Alves (RN), e do DEM, ACM Neto (BA), foram realizadas na noite de ontem sem se chegar a um consenso. A oposição reclamou que, além da demora na confecção do texto e da falta de clareza do objeto, ele não passou pelos oposicionistas no Senado. "Como esse texto veio do Senado sem o líder Alvaro Dias ter acesso?", questionou Bruno Araújo. Caso os deputados e senadores cheguem a um acordo sobre o objeto da investigação,  intenção é começar a recolher as assinaturas ainda hoje. Porém, com a demora para fechar o texto, a comissão deve ser criada somente na próxima semana. Inicialmente, seriam 11 membros titulares de cada Casa. Porém, os partidos decidiram aumentar a representação para 15. Para a CPI mista ser criada, o requerimento precisa ter a assinatura de 27 senadores e 171 deputados. O texto deve ser lido em sessão do Congresso. Conheça o Congresso em Foco
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