Entrar

    Cadastro

    Notícias

    Colunas

    Artigos

    Informativo

    Estados

    Apoiadores

    Radar

    Quem Somos

    Fale Conosco

Entrar

Congresso em Foco
NotíciasColunasArtigos
  1. Home >
  2. Notícias >
  3. Defesas questionam provas, rejeitam mensalão e admitem caixa 2

Publicidade

Publicidade

Receba notícias do Congresso em Foco:

E-mail Whatsapp Telegram Google News

Defesas questionam provas, rejeitam mensalão e admitem caixa 2

Congresso em Foco

Autoria e responsabilidade de Mario Coelho

7/8/2012 7:30

A-A+
COMPARTILHE ESTA NOTÍCIA
[caption id="attachment_82234" align="alignleft" width="319" caption="Mensalão: no primeiro dia da defesa, advogados fazem esforço para desqualificar provas da acusação"][fotografo]Nelson Jr./STF[/fotografo][/caption]O primeiro dia das sustentações orais das defesas dos réus da Ação Penal 470, do mensalão do PT, mostrou um pouco do que deve ser a tônica do julgamento. Até a próxima semana, os advogados devem, primeiro, contestar as provas periciais e materiais apresentadas pela Procuradoria-Geral da República. Depois, só vão admitir a prática de crime de caixa 2, previsto na legislação eleitoral e que, em tese, já está prescrito. Por fim, vão negar a existência do mensalão, suposto esquema de compra de votos da base aliada. Mensalão: entenda o que está em julgamento Quem são os réus, as acusações e suas defesas Tudo sobre o mensalão Leia outros destaques de hoje do Congresso em Foco Primeiro a subir à tribuna do Supremo Tribunal Federal (STF), o advogado José Luís de Oliveira, responsável pela defesa do ex-ministro da Casa Civil José Dirceu, teve como centro de sua sustentação oral desacreditar as provas apresentadas pelo Ministério Público no caso do mensalão. De acordo com o defensor, “os mais de 600 depoimentos” presentes na ação penal não conseguem comprovar a participação de Dirceu no suposto esquema de compra de votos da base parlamentar no Congresso. Advogado de Dirceu: “Meu cliente não é quadrilheiro” Depois, foi a vez do advogado de José Genoíno, Luis Fernando Pacheco, sustentar que seu cliente só está indiciado no processo do mensalão porque era presidente do PT quando o esquema de pagamento a deputados da base aliada eclodiu. A defesa alegou que o petista não tinha qualquer responsabilidade sobre a administração financeira do PT e fazia apenas negociação política dos interesses do partido com a base aliada. Atualmente, exercendo o cargo de assessor especial do Ministério da Defesa, Genoíno é acusado de formação de quadrilha e corrupção passiva. Defesa: Genoino não cuidava das finanças do PT Crime eleitoral O primeiro a apresentar a tese de que o mensalão não existiu e o dinheiro arrecadado era para pagar dívidas de campanha foi o advogado do ex-tesoureiro do PT Delúbio Soares, Arnaldo Malheiros Filho. De acordo com ele, a origem do esquema foi a formação da aliança que acabou vitoriosa nas eleições de 2002. Naquele momento, ocorreu a definição de como seria a arrecadação e a consequente divisão dos recursos recebidos pelo PT. “Que ele operou o caixa 2 de campanha, ele operou. Isso ele não nega. Agora, ele não corrompeu ninguém”, disse Malheiros. Delúbio cometeu crime de caixa 2, admite defesa Durante o intervalo da sessão de ontem, Malheiros disse que seu cliente "quer pagar pelo que fez". E isso, de acordo com o advogado, é a questão do caixa 2. A legislação eleitoral prevê desde o pagamento de multa até a perda do mandato eletivo e consequente inelegibilidade nos casos comprovados. Não existe pena de prisão. Em tese, somente a Justiça Eleitoral poderia julgar. Malheiros disse não saber se o crime está prescrito. "Não fiz as contas. Mas se o Supremo quiser julgar, não me oponho", afirmou. Advogado do publicitário Marcos Valério, Marcelo Leonardo foi o segundo a admitir que seu cliente cometeu crime eleitoral, mas negou que tenha havido uso de dinheiro para comprar o voto de parlamentares no Congresso. Leonardo apresentou uma defesa técnica, com base nos autos e nas provas apresentadas para derrubar as acusações feitas contra Marcos Valério. Ele é acusado de formação de quadrilha, corrupção ativa, peculato, lavagem de dinheiro e evasão de divisas. Advogado de Valério também admite crime eleitoral Último a apresentar sustentação oral, Hermes Guerreiro, advogado de Ramon Hollerbach, ex-sócio de Marcos Valério na empresa SMP&B, usou boa parte do seu tempo para questionar a falta de individualização das condutas de cada réu do mensalão na acusação feita pelo Ministério Público. Para o defensor, nem na denúncia, muito menos nas alegações finais, está descrito quem praticou cada “crime, a maneira, o lugar, o tempo”. Ele também afirmou que seu cliente está sendo julgado apenas por ser sócio de Marcos Valério. Defesa: Hollerbach não pode ser condenado só porque foi sócio de Valério Saiba mais sobre o Congresso em Foco
Siga-nos noGoogle News
Compartilhar

Tags

pictures mensalão

Temas

Corrupção

LEIA MAIS

Jader gasta R$ 100 mil para divulgar mandato

Defesa: Hollerbach não pode ser condenado só porque foi sócio de Valério

Advogado de Valério também admite crime eleitoral

NOTÍCIAS MAIS LIDAS
Congresso em Foco
NotíciasColunasArtigosFale Conosco

CONGRESSO EM FOCO NAS REDES