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PGR nega inquérito sobre relações de Cachoeira com ministros do STF e STJ

Congresso em Foco

Autoria e responsabilidade de Mariana Haubert

4/5/2012 | Atualizado às 17:44

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[caption id="attachment_71478" align="alignright" width="280" caption="Informação sobre inquérito, rejeitada por Gurgel, serve para tumultuar a investigação de fatos "extremamente graves""]Renato Araújo/ABr[/caption] O procurador-geral da República, Roberto Gurgel, negou nesta sexta-feira (4) a existência de um novo inquérito para investigar as supostas relações do bicheiro Carlos Augusto Ramos, o Carlinhos Cachoeira, com ministros do Supremo Tribunal Federal (STF) e do Superior Tribunal de Justiça (STJ). A investigação seria desdobramento das operações Vegas e Monte Carlo, da Polícia Federal, ambas relacionadas à atuação do contraventor. Leia tudo sobre o Caso Cachoeira Leia outros destaques de hoje no Congresso em Foco A informação foi publicada ontem (3) pela coluna Radar Online, da revista Veja. A nova investigação possuiria gravações que apontam o envolvimento de quatro ministros do STF e 11 do STJ, além de vários deputados com Carlinhos Cachoeira. No Inquérito 3430, que investiga o senador Demóstenes Torres (sem partido, ex-DEM-GO) no Supremo, o ministro Gilmar Mendes é citado em algumas ocasiões em diálogos entre o parlamentar goiano e Cachoeira, além de conversas de terceiros. Para os investigadores, não há qualquer "referência de ilegalidade no procedimento de Demóstenes com o ministro". "Este diálogo, dentre outros, serve fundamentalmente para demonstrar que Demóstenes Torres tem o hábito de informar Carlinhos Cachoeira de sua atuação política, além de já ter pedido alguns conselhos políticos a Cachoeira", ressaltam os investigadores. Em outro trecho, a PF cita que um "ministro do STJ" foi procurado por Demóstenes, segundo os áudios captados. Da mesma forma, a polícia diz que não foi comprovado que o desconhecido ministro tenha atendido aos pedidos do senador ou que tenha cometido alguma ilegalidade. Na nota, Gurgel esclarece que não fez qualquer menção a uma nova investigação, “pela singela razão de que nada existe neste sentido”. O procurador disse ainda que “matérias que afirmam o contrário são mentirosas e irresponsáveis, servindo apenas para tumultuar investigações de fatos extremamente graves que a sociedade brasileira deseja ver cabalmente apurados”. O Congresso em Foco tentou entrar em contato com o presidente da CPMI do Cachoeira, senador Vital do Rêgo (PMDB-PB), mas não obteve resposta. No fim da noite de ontem, o senador enviou um email à coluna negando que tenha recebido tais informações no encontro que teve com Gurgel. Apesar da negativa, a coluna afirmou que manteria a informação publicada. Leia abaixo a íntegra da nota publicada: O Procurador-Geral da República esclarece que jamais mencionou a qualquer interlocutor a existência de investigação ou inquérito relacionado a ministros do Supremo Tribunal Federal ou do Superior Tribunal de Justiça, pela singela razão de que nada existe neste sentido. Matérias que afirmam o contrário são mentirosas e irresponsáveis, servindo apenas para tumultuar investigações de fatos extremamente graves que a sociedade brasileira deseja ver cabalmente apurados. Roberto Gurgel Procurador-geral da República Saiba mais sobre o Congresso em Foco (dois minutos em vídeo)
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