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Privatização do Serpro pode configurar crime contra a segurança nacional

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17/4/2021 | Atualizado 28/4/2021 às 10:22

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Com a proximidade das eleições, o tom das polêmicas vem subindo e situações importantes como as privatizações acabam perdendo espaço nos noticiários do País. Foto: Marcello Casal/ Agência Brasil

Com a proximidade das eleições, o tom das polêmicas vem subindo e situações importantes como as privatizações acabam perdendo espaço nos noticiários do País. Foto: Marcello Casal/ Agência Brasil
Renata Vilela* Nota Técnica do Grupo de Trabalho Tecnologia da Informação e Comunicação da Câmara de Consumidor e Ordem Econômica do Ministério Público Federal avaliou que há obstáculos legais à privatização do Serviço Federal de Processamento de Dados (Serpro). Entre eles, o risco de ameaça à soberania nacional. Essa ameaça se daria por dois motivos. O primeiro é a contradição com a Lei Geral de Proteção de Dados Pessoais (LGPD), que estipula que somente empresas públicas podem tratar dados pessoais relativos à segurança pública. No mesmo sentido, a LGPD dispõe sobre dados relativos à segurança do Estado e à soberania nacional.  Com a privatização, é possível que esses bancos de dados, que contêm informações sigilosas, fiquem à cargo de empresas estrangeiras, configurando crime contra a segurança nacional.  O documento destaca que os serviços prestados pelo Serpro, “afetos a imperativos de segurança nacional, são essenciais à manutenção da soberania do Estado, visam garantir a inviolabilidade dos dados governamentais e são de relevante interesse coletivo”. A Nota Técnica foi enviada ao Ministério da Economia, ao Tribunal de Contas da União (TCU) e ao BNDES. Este último, responsável por elaborar o projeto de venda do Serpro. Segundo profissional do Serpro, “A avaliação do MPF vai ao encontro de muitos dos tópicos abordados na campanha contra a privatização da Dataprev e do Serpro, uma vez que ambas as empresas são encarregadas de dados e sistemas que são essenciais e críticos para a soberania do Brasil". O mesmo funcionário ainda ressalta que, atualmente, o Serpro atende os ministérios da Economia e da Justiça e da Segurança Pública, a Polícia Federal, a Procuradoria-Geral da Fazenda Nacional (PGFN), o Departamento Nacional de Trânsito (Denatran), além do exército brasileiro e clientes privados. As informações ficam guardadas em três Centros de Dados, localizados no Rio de Janeiro, Brasília e São Paulo. Em cada um dos data centers, há ambientes especialmente equipados para processamento e armazenamento de um grande volume de dados. Além de terem sido projetados para serem extremamente seguros. *Renata Vilela, especial para a campanha Salve Seus Dados O texto acima expressa a visão de quem o assina, não necessariamente do Congresso em Foco. Se você quer publicar algo sobre o mesmo tema, mas com um diferente ponto de vista, envie sua sugestão de texto para [email protected]. > Leia outros textos da campanha 
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TCU BNDES serpro privatização Lei de Segurança Nacional dataprev ministério da economia Salve Seus Dados Renata Vilela
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