O deputado federal Nikolas Ferreira (PL-MG) reagiu às críticas sobre sua viagem aos Estados Unidos para acompanhar a Copa do Mundo e negou ter utilizado recursos públicos para custear o deslocamento.
Em vídeo publicado nas redes sociais, o parlamentar também fez referência à primeira-dama Rosângela da Silva, a Janja, ao responder questionamentos de adversários políticos.
"Teve um pessoalzinho da esquerda falando: 'Nikolas está indo com dinheiro público'. Gente, eu não me chamo Janja, vocês estão me confundindo."
Na sequência, disse que a viagem foi paga com recursos próprios e ironizou os críticos: "Aqui não tem dinheiro público, não, papai, chora".
As declarações foram feitas após críticas à presença do deputado nos Estados Unidos durante o período de atividades legislativas. Nikolas viajou acompanhado da esposa e tem compartilhado registros da viagem para acompanhar partidas do torneio.
Críticas à viagem
A ida de Nikolas aos Estados Unidos também provocou reações por causa de sua atuação recente no debate sobre a PEC que propõe o fim da escala 6x1. O deputado se posicionou contra a proposta nas redes sociais, o que levou adversários a questionarem sua viagem ao exterior durante a semana para acompanhar a competição.
Entre os críticos, a deputada federal Erika Hilton (Psol-SP) comentou a presença do parlamentar no exterior em um dia útil.
Em publicação nas redes sociais, ela escreveu: "Não são nem 17h e Nikolas Ferreira, pago com o dinheiro do povo, já está num voo com influencers como o Luva de Pedreiro para ir ver a Copa nos EUA".
Referência a Janja e repercussão
Ao responder às críticas, Nikolas negou ter utilizado recursos públicos e afirmou que os questionamentos são motivados por "inveja".
"Vocês estão com inveja porque eu posso vir de boa, andar no meio das pessoas, assistir a um jogo e voltar para casa."
O deputado também citou a primeira-dama Rosângela da Silva, a Janja, ao rebater as acusações.
O episódio repercutiu nas redes sociais. Enquanto apoiadores defenderam o caráter privado da viagem, críticos questionaram a ausência do parlamentar do país durante o período de atividades legislativas. O Congresso Nacional ainda não entrou em recesso.