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Por furo do teto de gastos, cúpula do Tesouro e do Orçamento pede demissão

21/10/2021
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Paulo Guedes, durante leilão da Cedae, em abril de 2021. Foto: Alan Santos/PR
O Ministério da Economia acaba de divulgar nota informando que o secretário especial do Tesouro e Orçamento, Bruno Funchal, e o secretário do Tesouro Nacional, Jeferson Bittencourt, pediram nesta quinta-feira (21) exoneração de seus cargos ao chefe da pasta, Paulo Guedes. O conteúdo deste texto foi publicado antes no Congresso em Foco Insider, serviço exclusivo de informações sobre política e economia do Congresso em Foco. Para assinar, entre em contato com comercial@congressoemfoco.com.br. Além deles, os respectivos secretários-adjuntos, Gildenora Dantas e Rafael Araújo, também entregaram seus cargos. No comunicado, o ministério diz que as saídas se deram por “motivos pessoais”. A debandada se dá em meio ao temor, que já vem se refletindo na Bolsa, de que o governo federal desrespeitará o teto de gastos ou outras regras fiscais para bancar medidas como o Auxílio Brasil. Leia a íntegra do comunicado: “O secretário especial do Tesouro e Orçamento, Bruno Funchal, e o secretário do Tesouro Nacional, Jeferson Bittencourt, pediram exoneração de seus cargos ao ministro da Economia, Paulo Guedes, nesta quinta-feira (21/10). A decisão de ambos é de ordem pessoal. Funchal e Bittencourt agradecem ao ministro pela oportunidade de terem contribuído para avanços institucionais importantes e para o processo de consolidação fiscal do país. A secretária especial adjunta do Tesouro e Orçamento, Gildenora Dantas, e o secretário-adjunto do Tesouro Nacional, Rafael Araujo, também pediram exoneração de seus cargos, por razões pessoais. Os pedidos foram feitos de modo a permitir que haja um processo de transição e de continuidade de todos os compromissos, tanto da Seto quanto da STN.”  
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