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O presidente Jair Bolsonaro e os comandantes das Forças Armadas.[fotografo]Marcelo Camargo/Agência Brasil[/fotografo]
O presidente Jair Bolsonaro comentou nesta sexta-feira (13) a afirmação do general Edson Leal Pujol, comandante do Exército, de que “militares não querem fazer parte da política”. Pelas redes sociais, Bolsonaro foi enfático e disse que “a afirmação do General Edson Leal Pujol (escolhido por mim para Comandante do Exército) vem exatamente ao encontro do que penso sobre o papel das Forças Armadas no cenário nacional”.
O presidente afirmou que os militares são “o maior sustentáculo e garantidores da Democracia e da Liberdade e destinam-se, como reza a Constituição, “à defesa da Pátria, à garantia dos poderes constitucionais e, por iniciativa de quaisquer destes, da lei e da ordem”. Devem, por isso, se manter apartidárias, “baseadas na hierarquia e na disciplina, sob a autoridade suprema do Presidente da República”, escreveu Bolsonaro.
- A afirmação do General Edson Leal Pujol (escolhido por mim para Comandante do Exército), que “militares não querem fazer parte da política”, vem exatamente ao encontro do que penso sobre o papel das Forças Armadas no cenário nacional.
— Jair M. Bolsonaro (@jairbolsonaro) November 13, 2020
Em discurso durante um seminário de defesa nacional esta manhã, o comandante do Exército afirmou que a instituição não pertence ao governo e não tem partido político. Ontem (12), o general já havia dito que os militares não querem fazer parte da política nem querem que a política entre nos quartéis. “Somos uma instituição de Estado, não somos instituição de governo, não temos partido. Nosso partido é o Brasil. Independente de mudanças ou permanências em determinado governo por um período longo, as Forças Armadas cuidam do país, da nação. Elas são instituições de Estado, permanentes. Não mudamos a cada quatro anos a nossa maneira de pensar, de como cumprir nossas missões”, afirmou Pujol nesta sexta.- Devem, por isso, se manter apartidárias, “baseadas na hierarquia e na disciplina, sob a autoridade suprema do Presidente da República”.
— Jair M. Bolsonaro (@jairbolsonaro) November 13, 2020