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[fotografo]Reprodução/TSE[/fotografo]
O presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), ministro Luís Roberto Barroso, apresentou nesta terça-feira (8) o plano de segurança sanitária para as eleições municipais de 2020, elaborado por uma consultoria formada por especialistas da Fiocruz e dos hospitais Sírio Libanês e Albert Einstein.
O plano inclui o protocolo a ser adotado pelas seções eleitorais e as recomendações para garantir a segurança de eleitores, mesários e demais colaboradores da Justiça Eleitoral, por conta da pandemia de covid-19.
Barroso disse que cada passo dado pelo TSE foi feito “em consulta com os principais especialistas da área, comunidade científica e seus representantes.”
Plano de segurança
O TSE e a consultoria elencaram quatro premissas para segurança no momento da votação. Distanciamento físico, proteção sobre boca e nariz, higienização de mãos e superfícies e isolamento de pessoas infectadas.
O horário será estendido, a votação ocorrerá das 7h às 17h e pessoas maiores de 60 anos terão prioridade entre 7h e 10h da manhã. O TSE sugere que os eleitores levem suas próprias canetas para assinar o caderno de registro da seção eleitoral. Não haverá higienização das urnas e não será permitido votar sem máscara.
Já os mesários terão de usar máscara, proteção facial (face shields), álcool gel e manter o distanciamento mínimo entre os demais membros da mesa. Eleitores e mesários com sintomas ou diagnosticados com covid-19 até 14 dias antes do pleito não devem comparecer nas seções eleitorais.
De acordo com o TSE não haverá medição de temperatura nos locais para evitar aglomerações. O tribunal também não recomenda o uso de luvas, mas de limpeza constante das mãos.
O fluxo dentro dos locais de votação também muda. Não haverá biometria e o eleitor apenas exibirá seu título e documento em direção ao mesário, que se tiver alguma dúvida, poderá solicitar que o eleitor tire a máscara para conferência. Caso ainda haja dúvidas sobre a autenticidade do eleitor, o mesário poderá questioná-lo sobre dados pessoais, como data de nascimento.
Barroso disse ainda que o tribunal vai promover campanhas de conscientização nos locais de votação e também pelos meios digitais para que as pessoas respeitem o distanciamento e entendam o novo fluxo dentro das seções e zonas eleitorais. Estão previstos cartazes físicos e banners digitais com o passo a passo de como agir.
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