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"Talvez o presidente quisesse um sócio para carregar caixões", diz Gilmar Mendes

5/6/2020
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Gilmar Mendes já recebeu parte dos R$ 310 mil de Rubens Valente. Foto: Agência Brasil
No dia sete de maio, sem agenda marcada, o presidente Jair Bolsonaro atravessou a pé a Praça dos Três Poderes e forçou um encontro do presidente do Supremo Tribunal Federal, Dias Toffoli com um grupo de empresários que estava reunido com o presidente no Palácio do Planalto. Na conversa, o grupo pediu que o judiciário facilitasse a retomada da atividade econômica. O ministro Gilmar Mendes, do Supremo Tribunal Federal, comentou essa visita do presidente Jair Bolsonaro com um grupo de empresários ao STF em entrevista à CNN na tarde desta sexta-feira (5). “Talvez o presidente quisesse um sócio para carregar caixões”, afirmou o ministro, criticando a pressão feita pelo chefe do Executivo sobre o Judiciário. Em outra frase de efeito, Gilmar Mendes criticou a gestão de Sergio Moro à frente do Ministério da Justiça e Segurança Pública. > Aras retoma delação de Tacla Duran e lavajatistas veem perseguição a Moro “É como se tivessem levado para a Champions League um jogador que estava preparado para jogar um campeonato no interior do Paraná”, afirmou. Gilmar disse que a gestão de Moro não deixa legado, senão as acusações que fez ao presidente ao sair da pasta.
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