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Governador do DF veta criação de praça Marielle Franco

23/1/2020
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Nesse episódio, acompanhe a análise sobre assuntos como o risco de cassação de Sérgio Moro pelo TRE; CPI das apostas esportivas; a desoxigenação do PSDB; seis anos do assassinato de Marielle Franco (foto) e Anderson Gomes. Foto: Guilherme Cunha / Alerj
O governador do Distrito Federal, Ibaneis Rocha (MDB), vetou nesta quarta-feira (22) a lei que previa a criação de uma praça em homenagem a vereadora assassinada Marielle Franco. Na justificativa do veto, Ibaneis defendeu que não há interesse público na criação do espaço. > Caso Marielle: Aliado de Bolsonaro promete denunciar Witzel à PGR "Não obstante tenha ciência dos relevantíssimos serviços prestados pela Vereadora Marielle Franco às comunidades da cidade do Rio de Janeiro, não há relação entre o nome da vereadora e o Distrito Federal a justificar a denominação", defende o governador. Ibaneis afirma que o projeto não demonstrou "a relevância para o interesse público da população do Distrito Federal". Ele acrescenta que existe uma "tradição" no DF de homenagear pessoas que tenham servido diretamente à comunidade local. O projeto que criava a praça foi apresentado pelo deputado distrital Fábio Felix, correligionário de Marielle no Psol. A homenagem seria localizada na frente da estação de metrô da Galeria dos Estados, região central de Brasília. Felix afirma que não esperava o veto e que vai tentar revertê-lo. Ele classifica o entendimento do governador como "lamentável e absurdo". "Diferentemente do que ele fala, a cidade tem vários monumentos homenageando personalidades brasileiras. É lamentável que uma defensora dos direitos humanos não tenha espaço na capital da República", afirma, citando a praça Zumbi de Palmares e a praça cantor Leandro, que fazia dupla com Leonardo. > TV Brasil censura clipe de Arnaldo Antunes que cita milicianos
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