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Bolsonaro preside reunião ministerial em meio à indefinição sobre Renda Cidadã

8/10/2020
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Relatório de Fábio Faria para acusar rádios do Nordeste de fraude eleitoral inclui empresa de seu pai, aliado de Bolsonaro no interior do RN. [fotografo] Alan Santos / PR [/fotografo]
O presidente Jair Bolsonaro coordena reunião ministerial às 9h30 desta quinta-feira (8) no Palácio do Planalto. No encontro, fechado à imprensa, os ministros devem falar das prioridades de suas pastas e ouvir orientações e pedidos de Bolsonaro. Entre outros assuntos, devem ser discutidas propostas legislativas consideradas importantes pelo governo, como as reformas administrativa e tributária e a criação do novo programa social. >Acabei com Lava Jato, porque não tem corrupção no governo”, diz Bolsonaro A equipe econômica e lideranças governistas ainda não definiram quais serão as fontes de recursos para o Renda Cidadã, substituto do Bolsa Família. O governo já admite, ainda que não publicamente, que a proposta só seja concluída em dezembro, após as eleições. Além de Bolsonaro também integram o chamado Conselho de Governo o vice-presidente, Hamilton Mourão, os ministros e presidentes do Banco Central, entre outras autoridades estratégicas do governo. O Conselho tem por finalidade assessorar o presidente da República na formulação de diretrizes de ação governamental. A reunião do colegiado em 28 de abril rendeu problemas na Justiça para alguns dos participantes, como o próprio Bolsonaro, acusado pelo então ministro da Justiça, Sergio Moro, de tentar intervir politicamente na Polícia Federal, e o ministro da Educação à época, Abraham Weintraub, que virou alvo de inquérito após dizer que ministros do Supremo Tribunal Federal (STF) deveriam estar presos. No mesmo encontro, o chefe do Ministério do Meio Ambiente, Ricardo Salles, afirmou que o momento era de “passar a boiada” para atropelar a legislação ambiental enquanto as pessoas e a imprensa estavam mobilizadas pela pandemia. O vídeo da reunião foi divulgado por determinação do ministro Celso de Mello, do Supremo, após pedido da defesa de Moro. >Guedes e Maia negam estender auxílio e orçamento de guerra para 2021
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