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[fotografo] Portal Clima Info [/fotografo]
Em comunicado divulgado na noite desta terça-feira (24), a Embaixada da China rechaçou comentários críticos ao país asiático feitos por um dos filhos do presidente Jair Bolsonaro, o deputado federal Eduardo Bolsonaro (PSL-SP). O órgão considerou que as declarações podem acabar por “perturbar a normalidade da parceria China-Brasil”.
[caption id="attachment_468803" align="alignleft" width="321"]“Tais declarações infundadas não são condignas com o cargo de presidente da Comissão de Rel. Ext. da Câmara dos Deputados. Prestam-se a seguir os ditames dos EUA no uso abusivo do conceito de segurança nacional para caluniar a China e cercear as atividades de empresas chinesas”, diz a declaração da embaixada. “Isso é totalmente inaceitável para o lado chinês e manifestamos forte insatisfação e veemente repúdio a esse comportamento”, prossegue. Segundo o comunicado, a China já se manifestou formalmente perante o governo brasileiro através dos canais diplomáticos. A embaixada também frisa que a China tem sido a maior parceira comercial do Brasil há 11 anos consecutivos. Entre janeiro e outubro deste ano, as exportações brasileiras para a China foram de US$ 58,459 bilhões, respondendo por 33,5% do total de exportações do país. No final do texto, o representante chinês pede que personalidades brasileiras deixem de seguir a retórica da extrema direita norte-americana e de divulgar desinformações e calúnias sobre a China e a amizade sino-brasileira. “Caso contrário, vão arcar com as consequências negativas e carregar a responsabilidade histórica de perturbar a normalidade da parceria China-Brasil.”2)O programa ao qual o Brasil aderiu pretende proteger seus participantes de invasões e violações às informações particulares de cidadãos e empresas
Isso ocorre com repúdio a entidades classificadas como agressivas e inimigas da liberdade, a exemplo do Partido Comunista da China — Eduardo Bolsonaro🇧🇷 (@BolsonaroSP) November 23, 2020
2) Tais declarações infundadas não são condignas com o cargo de presidente da Comissão de Rel. Ext. da Câmara dos Deputados. Prestam-se a seguir os ditames dos EUA no uso abusivo do conceito de segurança nacional para caluniar a China e cercear as atividades de empresas chinesas.
— Embaixada da China no Brasil (@EmbaixadaChina) November 24, 2020