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Adriano Nóbrega foi morto em fevereiro de 2020. Conversas gravadas afirmam que pedido partiu do Palácio do Planalto. Foto: Polícia Civil
O ex-capitão do Bope acusado de ser o chefe da mais antiga milícia do Rio de Janeiro escapou de uma operação policial na última sexta-feira (31). A Polícia Civil da Bahia e do Rio de Janeiro chegou até uma casa onde estaria Adriano Magalhães de Nóbrega, mas no local só estava sua mulher e duas filhas, uma de 17 e outra de sete anos.
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Adriano já foi defendido pelo presidente Jair Bolsonaro (sem partido) em discurso na Câmara dos Deputados. Na ocasião (2005), ele havia sido condenado por homicídio, mas foi absolvido tempos depois em novo julgamento. Ele também tem ligação com o filho do presidente, o senador Flávio Bolsonaro (sem partido) empregava duas parentes do acusado no antigo gabinete. As informações são da Folha de S. Paulo.