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A polêmica sobre as indústrias de refrigerantes e a Zona Franca de Manaus

5/9/2017
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[fotografo]Will Shutter/Câmara dos Deputados[/fotografo]

Debate em uma quinta-feira, quando a Câmara costuma esvaziar, mobilizou deputados de partidos diversos

  Que tema poderia juntar, numa manhã de quinta-feira, duas dúzias de deputados federais, em uma reunião de comissões permanentes da Câmara dos Deputados? Não fosse o título acima, dificilmente você imaginaria a resposta. Mas foi isso mesmo.
<< Congresso promulga prorrogação da Zona Franca de Manaus até 2073
O regime tributário da Zona Franca de Manaus e, sobretudo, as vantagens que ele oferece às fábricas de refrigerantes levaram nada menos que 24 parlamentares a registrar presença, no último dia 31, ao encontro conjunto das comissões de Finanças e Tributação e de Fiscalização e Controle da Câmara. Em questão, os impostos pagos por empresas que formam um mercado com faturamento anual próximo de R$ 25 bilhões. Na seção Fórum desta terça-feira (5), você conhecerá os argumentos brandidos pelos dois polos em disputa. De um lado, o presidente da Afrebras, Fernando Rodrigues de Bairros, acusa as grandes companhias do setor de se beneficiarem indevidamente dos créditos da Zona Franca para aumentar o seu poder de mercado, esmagando pequenos e grandes fabricantes. Suas considerações são rebatidas pelo presidente da Abir, Alexandre Jobim.  
<< Rever essa indústria crédito de impostos é urgente << “Não há briga entre grandes e pequenos. Todos se beneficiam”
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