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[caption id="attachment_303469" align="aligncenter" width="560" caption="O momento em que base e oposição se enfrentam e pixulecos são estourados "] [fotografo]Ana Pompeu/Congresso em Foco[/fotografo]
Por volta das 16h desta quarta-feira (2), uma confusão teve início, no plenário da Câmara, durante a sessão que analisa a denúncia por corrupção passiva que o presidente Michel Temer (PMDB) enfrenta desde 26 de junho, por imposição da Procuradoria-Geral da República (PGR). "Pixulecos" – bonecos infláveis do ex-presidente Lula, que ficaram famosos nas manifestações pró-impeachment – foram estourados por oposicionistas e cédulas de dinheiro falso foram arremessadas até sobre a Mesa Diretora. A bagunça foi reprimida pelo presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ), visivelmente constrangido.
"Vocês acham que é bonito agir assim?", questionou o deputado, sem receber muita atenção dos pares. A confusão, que produziu um empurra-empurra no meio do plenário, com a intervenção de policiais legislativos, seguiu-se por cerca de 15 minutos.
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Veja no vídeo:
O "deputado da tatuagem", Wladimir Costa (SD-PA), um dos mais aguerridos defensores de Temer na Câmara, foi quem começou a gritaria ao levantar dois pixulecos do ex-presidente Lula e bater um no outro, provocando barulho e pronta reação dos colegas da oposição. Quando um deles se soltou das mãos do deputado, parlamentares da oposição o jogaram para trás. Os bonecos foram estourados e guardados nas bancadas da esquerda.
Deputado da tatuagem, Wladimir Costa (SD-PA) deu início ao tumulto ao gritar com oposicionistas