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De acordo com a instrução normativa, não é necessário que a pessoa tenha alterado formalmente seu nome no registro civil para utilizar o nome social. Foto: Divulgação
O Ministério da Gestão e Inovação (MGI) informou à imprensa, nesta quinta-feira (2), que o Concurso Público Nacional Unificado não será adiado em razão das fortes chuvas que assolam o Rio Grande do Sul. Segundo a pasta, “o Governo Federal enviará todos os esforços para garantir a participação dos candidatos” no estado.
O ministro-chefe da Secretaria de Comunicação Social, Paulo Pimenta, disse nesta sexta-feira (3) que a possibilidade de adiamento do concurso tem custo de R$ 50 milhões. “Suspender o concurso só para o Rio Grande do Sul, do ponto de vista jurídico, é muito questionável".
"Portanto, a hipótese que existiria era a suspensão total do concurso, a não ser que haja uma decisão judicial”, afirma o ministro que ontem se reuniu com Esther Dweck, ministra da Gestão, e com a Advocacia-Geral da União (AGU).
Ele explica ainda que das dez cidades do Rio Grande do Sul que vão aplicar o certame, algumas não estão com impedimento de acesso. Ainda segundo o ministro, cerca de 6 mil dos 86 mil inscritos no estado estão em municípios onde foi decretado estado de calamidade ou sem acesso às cidades das provas.
Paulo Pimenta reforçou, durante entrevista ao programa “Bom Dia Ministro”, que o governo vai avaliar, no decorrer do dia, como será a logística para não prejudicar nenhum dos mais de 2,6 milhões de inscritos.
- Nível Superior: provas objetivas de conhecimentos gerais (20 questões) e prova discursiva de conhecimento específico do bloco
- Nível Médio: provas objetivas de conhecimentos gerais (20 questões) e redação.
- Nível Superior: provas objetivas de conhecimento específico (50 questões)
- Nível Médio: provas objetivas de conhecimento específico (40 questões)