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Planam guardou provas para não responder sozinha

27/7/2006
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Com receio de serem acusados isoladamente caso a máfia das ambulâncias viesse à tona, os diretores da Planam guardavam provas contra parlamentares para vinculá-los ao esquema. Entre os documentos estão recibos de depósitos feitos nas contas dos congressistas. O presidente da CPI dos Sanguessugas, deputado Antonio Carlos Biscaia (PT-SP), disse que os envolvidos na fraude permitiam depósitos em contas pessoais por apostarem na impunidade. A quadrilha, por sua vez, preferia pagamentos dessa forma, com recibos, por já prever que os parlamentares acusados negariam participação no esquema. O relatório final com as conclusões da CPI deverá ser votado na primeira semana de agosto. O deputado sustentou que o texto seja apresentado nos dias 8 ou 9 de agosto. Mas o relator, senador Amir Lando (PMDB-RO), tem afirmado que só conseguirá finalizar o seu trabalho no dia 18. Por se tratar de uma comissão mista, o deputado disse que vai seguir o Regimento Interno do Senado, que permite a votação no mesmo dia da leitura do texto. O Regimento da Câmara obriga o decorrer de duas sessões se houver pedido de vista.
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