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Precatórios

Governo libera R$ 1,2 bi em emendas para aprovar PEC, diz jornal

Recurso do orçamento secreto foi liberado às vésperas da votação da PEC em 1º turno na Câmara, onde foi aprovada.

Melissa Fernandez

Melissa Fernandez

5/11/2021 | Atualizado às 9:38

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Arthur Lira considera que opositores ao PL das fake news defendem interesse privado no lugar da regulação de um tema de interesse público. (foto: Pablo Valadares /Ca^mara)

Arthur Lira considera que opositores ao PL das fake news defendem interesse privado no lugar da regulação de um tema de interesse público. (foto: Pablo Valadares /Ca^mara)
O governo Bolsonaro desembolsou R$ 1,2 bilhão de recursos do Orçamento Secreto para garantir a aprovação da PEC dos Precatórios em 1º turno, ocorrida na madrugada de quarta feira (4). Com negociações intermediadas pelo presidente da Casa, o deputado Arthur Lira (Progressistas-AL), o Planalto chegou a oferecer até R$ 15 milhões em emendas parlamentares para cada voto favorável à Proposta de Emenda à Constituição. O recurso foi empenhado nas vésperas da votação e foi identificado nas emendas de relator-geral, mecanismo do orçamento secreto que permite a reserva de recursos sem que seja identificado o autor da solicitação ou os critérios para destinação do recurso. A informação foi antecipada pelo jornal O Estado de S. Paulo. De relatoria do deputado Hugo Motta (Republicanos-PB), a PEC tenta adiar o pagamento dos precatórios, dívidas da União reconhecidas judicialmente. Com isso, seriam liberados R$ 91,6 bilhões em recursos públicos. O governo pressionada para a aprovação da proposta no Congresso para conseguir viabilizar o programa Auxílio Brasil, que substituirá o Bolsa Família, extinto em outubro, além de conseguir aumentar ainda mais o repasse de emendas parlamentares e o Fundo Eleitoral do próximo ano. A PEC foi aprovada por 312 votos favoráveis e 144 contrários – quatro votos acima dos 308 necessários para a aprovação em 1º turno. Na contagem final dos votos, parlamentares da oposição e que tentam lançar candidaturas próprias à presidência, como de siglas como PSDB, PDT, MDB e Podemos, votaram a favor da proposta governista. Veja aqui como votou cada deputado. Os votos favoráveis de congressistas do PDT geraram crise no partido. A legenda de Ciro Gomes, candidato presidenciável, somou total de 15 votos a favor da PEC, o que levou o ex-ministro a suspender sua pré-candidatura. O peso decisivo da bancada tornou imprevisível o futuro da própria proposta que abre espaço fiscal para o pagamento do Auxílio Brasil, programa que sucederá o Bolsa Família. > Ciro suspende pré-candidatura à presidência após PDT apoiar PEC dos Precatórios > Ameaça de Ciro abre crise no PDT e põe em risco aprovação da PEC dos Precatórios
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governo emendas parlamentares Jair Bolsonaro PEC dos Precatórios fundo eleitoral Orçamento secreto auxílio Brasil

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