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Política

A história não avisa quando volta: o que anuncia a rejeição de Messias?

A rejeição de Jorge Messias reabre um fio histórico que conecta momentos críticos e revela padrões que a política insiste em repetir.

Anderson Alarcon

Anderson Alarcon

Guilherme Barcelos

Guilherme Barcelos

5/5/2026 13:00

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A política brasileira tem um talento peculiar: transformar personagens em símbolos e, depois, reposicioná-los no palco como se o tempo fosse apenas um detalhe.

A recente rejeição de Jorge Messias ao Supremo Tribunal Federal não é apenas um episódio institucional. É, para quem acompanha os movimentos da história, um daqueles momentos em que o passado levanta a sobrancelha e pede atenção.

Messias esteve presente em um dos capítulos mais sensíveis da trajetória de Luiz Inácio Lula da Silva, o episódio dos áudios que marcaram o início de uma queda que parecia improvável até se tornar inevitável. Naquele momento, poucos perceberam que estavam assistindo ao começo de uma virada histórica.

Agora, anos depois, o mesmo nome retorna ao centro do poder, e novamente em meio a um gesto institucional de forte impacto. A rejeição pelo Senado, por si só, não derruba governos. Mas também não costuma ser irrelevante.

Mais do que um episódio isolado, a rejeição no Senado ecoa tensões antigas e expõe desconfortos que costumam anteceder mudanças maiores.

Mais do que um episódio isolado, a rejeição no Senado ecoa tensões antigas e expõe desconfortos que costumam anteceder mudanças maiores.Geraldo Magela/Agência Senado

A história não grita. Ela sussurra. E, às vezes, repete padrões com uma precisão quase desconcertante. Personagens, contextos diferentes, mas tensões semelhantes, sinais semelhantes, desconfortos semelhantes.

É certo que o doutor Jorge Messias é um jurista preparado e de extremo bem! Assim como é certo que a rejeição não foi pessoal e muito menos contra seu nome, mas talvez contra quem o indicou. Seria apenas coincidência? Ou mais um daqueles sinais que, quando ignorados, costumam cobrar seu preço adiante?

No Brasil, as quedas raramente começam com estrondo. Começam com sinais. E os sinais, para quem observa com atenção, quase nunca mentem.


O texto acima expressa a visão de quem o assina, não necessariamente do Congresso em Foco. Se você quer publicar algo sobre o mesmo tema, mas com um diferente ponto de vista, envie sua sugestão de texto para [email protected].

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