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MEIO AMBIENTE

Congresso dos EUA estuda aumentar impostos de nações poluentes

Guilherme Mendes

Guilherme Mendes

18/7/2021 | Atualizado 14/10/2021 às 15:59

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Comitiva de representantes de 18 movimentos vai aos EUA pedir apoio a quem vencer as eleições no Brasil, seja o candidato que for. [fotografo]Martin Falbisoner [/fotografo]

Comitiva de representantes de 18 movimentos vai aos EUA pedir apoio a quem vencer as eleições no Brasil, seja o candidato que for. [fotografo]Martin Falbisoner [/fotografo]
Parlamentares do Congresso dos Estados Unidos da América (EUA) indicaram nesta semana que irão discutir uma taxa de importação a itens originários de países que não possuam políticas ambientais agressivas contra as mudanças climáticas. A discussão, que deve ocorrer em um projeto de orçamento a ser analisado pelo Legislativo local, pode impactar diretamente o Brasil, que já indicou ter políticas ambientais aquém da esperada por países mais ricos. As informações do jornal 'The New York Times' apontam que a proposta é encampada pelos principais líderes democratas na Câmara e no Senado, casas onde o partido Democrata possui maioria de votos. O anúncio da proposta foi feito no mesmo dia em que a União Europeia apresentou uma estratégia similar, indicando que as grandes potências mundiais deverão pressionar países menos desenvolvidos a diminuir os impactos da poluição nas mudanças climáticas. A proposta de taxa de importação a países poluentes deve integrar um ambicioso plano orçamentário a ser apresentado pelo Congresso dos EUA. A proposta deve permitir gastos de US$ 3,5 trilhões (R$ 17,75 trilhões), ou dois PIB do Brasil em 2020 para que o governo de Joe Biden realize suas propostas de campanha. O Brasil e as propostas ambientais do presidente Jair Bolsonaro e seu então ministro do Meio Ambiente, Ricardo Salles, mostram que o governo de Brasília deveria se preocupar com as propostas de Washington. Responsável pela maior floresta tropical do planeta, Bolsonaro propôs uma agenda permissiva e mesmo contrária a fiscalização, que gerou um aumento nas queimadas na Amazônia, assim como incêndios mais intensos que a média no Cerrado e no Pantanal > Ministérios da Ciência e da Defesa deixarão de mostrar dados de incêndios
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