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De olho nas eleições, Eduardo Bolsonaro assume diretoria na Frente Evangélica

Evangélicos querem se aproximar de Bolsonaro e conseguir vantagens junto ao presidente da república

Michel Medeiros

Michel Medeiros

17/2/2022 11:34

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Montagem de Eduardo Bolsonaro associando Lula aos ataques do governo da Nicarágua a líderes religiosos foi vista como notícia falsa pelo TSE. Foto: Alan Santos/PR

Montagem de Eduardo Bolsonaro associando Lula aos ataques do governo da Nicarágua a líderes religiosos foi vista como notícia falsa pelo TSE. Foto: Alan Santos/PR
O trabalho de articulação para manter e fortalecer o apoio da Bancada Evangélica ao Palácio do Planalto acaba de incluir uma peça importante no tabuleiro das eleições de outubro: o filho 03 do presidente Bolsonaro. Nesta quarta-feira (16), Eduardo Bolsonaro (PSL-SP) foi anunciado como um dos sete secretários da Frente Parlamentar Evangélica da Câmara dos Deputados. Ao seu lado, aparece outro defensor ferrenho do chefe do Executivo, o deputado Helio Lopes (PSL-RJ), que ocupará o cargo de tesoureiro do grupo. O embarque dos parlamentares nos cargos diretivos foi orquestrado por Sóstenes Cavalcante (DEM-RJ), aliado do pastor Silas Malafaia, recém-eleito presidente da bancada.  Para os evangélicos, o protagonismo de Eduardo Bolsonaro é uma porta de acesso ao Planalto. Segundo Marcos Feliciano (Republicanos-SP), "parafraseando um versículo da Bíblia: ninguém vai ao pai a não ser pelo filho". O que evidencia o real objetivo de Eduardo na cúpula do grupo. Opinião compartilhada por Sóstenes, que avalia tratar-se de uma conquista para todos. Tanto para Bolsonaro, quanto para os parlamentares do bloco. Mal avaliado pelas pesquisas, o presidente precisa estreitar os laços com a base evangélica e assegurar o apoio das grandes igrejas é fundamental na corrida contra Lula. Mas, como nem toda semente é jogada em solo fértil e de fácil semeadura, os novos integrantes da diretoria da Frente terão que driblar um desafeto. O deputado Luis Miranda (DEM-DF), ex-aliado do presidente e responsável pela acusação de prevaricação no esquema de compra da Covaxin.
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câmara dos deputados Jair Bolsonaro Eduardo Bolsonaro Frente Parlamentar Evangélica eleições 2022

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