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Economia

"O cara broxa em casa e eu sou o culpado", diz Bolsonaro sobre crise econômica

O presidente Bolsonaro atacou novamente as medidas de restrição da pandemia e se esquivou da responsabilidade pela crise econômica do país.

Melissa Fernandez

Melissa Fernandez

11/11/2021 | Atualizado às 13:22

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Segundo Bolsonaro, medidas de isolamento contra a covid-19 resultaram no endividamento de estudantes. Foto: Reprodução

Segundo Bolsonaro, medidas de isolamento contra a covid-19 resultaram no endividamento de estudantes. Foto: Reprodução
O presidente Jair Bolsonaro voltou a atacar as medidas restritivas da pandemia e disse não ter responsabilidade pela crise econômica enfrentada no país em conversa com apoiadores no Palácio da Alvorada nesta quinta-feira (11). “Como é que está a inflação? Já sabem quem é o culpado? Quem não fechou nenhum botequim sou eu”, declarou. Logo depois, disparou: “É impressionante, o cara broxa em casa e eu sou o culpado”. O chefe do Planalto comentou ainda os índices de desemprego, e acusou a imprensa de distorcer os números. “O problema do desemprego chama-se metodologia. Quem está há dez anos vendendo algo na rua é tido como empregado e quando foi fechado tudo esse pessoal foi procurar emprego, mas não tinha. Aí entrou tudo na lista dos desempregados. Dai vem a imprensa, a esquerda, afirmar que eu aumentei o desemprego no Brasil". Bolsonaro reagiu ainda ao discurso de Sergio Moro feito na cerimônia de sua filiação ao Podemos. Para o presidente, o ex-ministro da Justiça "não aprendeu nada" durante seu governo. “Vocês gostaram do discurso lido pelo cara ontem? Eu assisti porque ele foi meu ministro. Ele leu o discurso, tinha dois teleprompters do lado…não aprendeu nada. Ficou um ano e quatro meses aqui e não sabe o que é ser presidente, nem ser ministro”, criticou. Em seu discurso, Moro acusou o governo Bolsonaro de boicotar sua gestão no Ministério da Justiça e de abandonar o combate à corrupção. E fez outras alusões ao presidente, como as denúncias de rachadinha contra Carlos e Flávio Bolsonaro. “Chega de corrupção, chega de mensalão, chega de petrolão, chega de rachadinha. Chega de querer levar vantagem em tudo e enganar a população”, disse ao defender a candidatura à Presidência que fuja da polarização entre Bolsonaro e Lula. Moro e filiou ao Podemos nessa quarta fazendo discurso de presidenciável. > Moro se filia ao Podemos com discurso de presidenciável  
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Crise econômica corrupção desemprego Jair Bolsonaro inflação Sérgio Moro Palácio da Alvorada medidas restritivas

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