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Grupo envia carta ao Banco Mundial desaconselhando indicação de Weintraub

19/6/2020 16:43

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O ex-ministro da Educação Abraham Weintraub. [fotografo] Marcos Corrêa/PR [/fotografo]

O ex-ministro da Educação Abraham Weintraub. [fotografo] Marcos Corrêa/PR [/fotografo]
A organização de defesa de direitos humanos Conectas reuniu um grupo de empresários, economistas e intelectuais para assinar uma carta ao Banco Mundial desaconselhando a indicação do ex-ministro da Educação Abraham Weintraub para uma diretoria do banco. O documento, enviado nesta sexta-feira (19), também foi encaminhado aos embaixadores dos oito países que a diretoria integrada pelo Brasil representa no órgão – Colômbia, República Dominicana, Equador, Haiti, Panamá, Filipinas, Suriname e Trinidad e Tobago. Estes países devem referendar a indicação de Weintraub. > Senador pede que Alexandre de Moraes proíba Weintraub de deixar o Brasil “Enviamos esta carta para fortemente desaconselhar a indicação do Sr. Weintraub para esta importante posição e informá-lo sobre os possíveis danos irreparáveis ​​que ele causaria à posição do seu país no Banco Mundial”, diz trecho do documento, a que o Congresso em Foco teve acesso. “Weintraub é a antítese de tudo o que o Banco Mundial procura representar na política de desenvolvimento e no multilateralismo”, prossegue o texto, que lembra que o ex-ministro é investigado pela Suprema Corte brasileira pela disseminação de fake news. Weintraub deixou a pasta da Educação nesta quinta-feira (18). “Sim, dessa vez é verdade, estou saindo do MEC e vou começar a transição agora e nos próximos dias eu passo o bastão para o ministro que ficar no meu lugar, interino ou definitivo”, disse ele em vídeo gravado com o presidente Jair Bolsonaro. A indicação para o cargo de diretor-executivo de conselho administrativo do Banco Mundial ocorreu como forma de compensar um dos integrantes mais ideológicos do governo. No órgão, Weintraub, que é economista, deve receber R$ 115,8 mil (US$ 258,5 mil) por mês, segundo o jornal Folha de S.Paulo. Anualmente os vencimentos chegarão a R$ 1,3 milhão. O texto ressalta a atitude ideológica de Weintraub, a ausência de habilidades de gestão, a incapacidade de lidar com injustiças sociais e econômicas por meio de políticas públicas, o desrespeito a valores do multilateralismo, tais como tolerância e respeito mútuo, e a conduta incompatível com os padrões de integridade ética e profissional. “Estamos convencidos de que o Sr. Abraham Weintraub não possui as qualificações éticas, profissionais e morais mínimas para ocupar o assento da 15ª Diretoria Executiva do Banco Mundial”, conclui o texto. Se a candidatura for contestada pelo órgão, será um fato inédito. Entre os signatários, estão o embaixador e ex-ministro do Meio Ambiente Rubens Ricupero, o empresário Philip Yang, a economista Laura Carvalho e a historiadora e antropóloga Lília Moritz Schwarcz. > Ambientalistas apresentam pedido de impeachment de Bolsonaro à Câmara
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Banco Mundial Jair Bolsonaro Abraham Weintraub inquérito das fake news

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