Entrar

    Cadastro

    Notícias

    Colunas

    Artigos

    Informativo

    Estados

    Apoiadores

    Radar

    Quem Somos

    Fale Conosco

Entrar

Congresso em Foco
NotíciasColunasArtigos
  1. Home >
  2. Colunas >
  3. Deputado da Frente pelo Brasil Competitivo defende PEC de Cristino ... | Congresso em Foco

Publicidade

Publicidade

Receba notícias do Congresso em Foco:

E-mail Whatsapp Telegram Google News
LEIA TAMBÉM

Rudolfo Lago

2024: a anti-odisseia de Marçal

Rudolfo Lago

Viramos um país triste...

Rudolfo Lago

Você pode fumar baseado?

Rudolfo Lago

Pequenas legendas, grandes negócios

Rudolfo Lago

Pimenta no Leite é refresco?

Combustíveis

Deputado da Frente pelo Brasil Competitivo defende PEC de Cristino Áureo

Rudolfo Lago

Rudolfo Lago

13/2/2022 12:40

A-A+
COMPARTILHE ESTA COLUNA

Para Paulo Ganime, PEC de Cristino tem a vantagem de ser autorizativa, uma ferramenta de regulação. Foto: Luis Macedo/Câmara dos Deputados

Para Paulo Ganime, PEC de Cristino tem a vantagem de ser autorizativa, uma ferramenta de regulação. Foto: Luis Macedo/Câmara dos Deputados
O coordenador de Desestatizações e Privatizações da Frente Parlamentar pelo Brasil Competitivo, deputado Paulo Ganime (Novo-RJ), disse ao Congresso em Foco Insider que, na sua avaliação, das propostas em curso para resolver a alta dos combustíveis a melhor solução seria a PEC apresentada na semana passada pelo deputado Cristino Áureo (PP-SP). Para Ganime, porém, dada a urgência com que se quer encontrar uma solução para conter o preço dos combustíveis, a solução acabará não sendo a PEC de Cristino. Os projetos que estão no Senado, relatados pelo senador Jean Paul Prates (PT-RN), já passaram pela Câmara. O presidente do Senado, Rodrigo Pacheco (PSD-MG), já disse que os colocará em votação. Como eles já passaram pela Câmara, estão em processo bem mais adiantado. A PEC de Cristino ainda está no início da tramitação. O conteúdo deste texto foi publicado antes no Congresso em Foco Insider, serviço exclusivo de informações sobre política e economia do Congresso em Foco. Para assinar, entre em contato com [email protected].

Ferramenta de regulação

Para Ganime, a vantagem da PEC do deputado é que ela é autorizativa. Dá à União, aos estados e aos municípios a possibilidade de reduzir e até zerar os impostos. Mas deixa isso como opção. Ou seja, ela cria uma ferramenta de regulação, a ser usada conforme a necessidade. Os projetos que estão no Senado criam um fundo de estabilização para o preço do petróleo e derivados, utilizando-se dividendos da Petrobras, e a instituição de um imposto sobre exportação para amenizar o aumento dos combustíveis e estabelecem um valor fixo para a cobrança do ICMS sobre combustíveis. Há ainda a PEC do senador Carlos Fávaro (PSD-MT), que a equipe do ministro da Economia, Paulo Guedes, chamou de “PEC kamikaze, que prevê o repasse de até R$ 5 bilhões a estados e municípios, para projetos de mobilidade urbana que beneficiem idosos. Também cria um auxílio diesel de R$ 1,2 mil para caminhoneiros e aumenta de 50% para 100% o subsídio ao gás de cozinha para famílias de baixa renda. Além disso, diminui impostos federais sobre os combustíveis e a energia elétrica. “Uns mais outros menos, a verdade é que todos esses projetos foram apresentados com cunho eleitoreiro, e criam um tipo de intervenção estatal o que, em tese, não seria desejável”, considera Ganime. “Mas o melhor é a PEC do deputado Cristino e, por isso, eu inclusive a assinei”. Para Ganime, não é correto a equipe econômica e os governadores falarem em impacto fiscal quando o aumento de arrecadação em torno dos combustíveis agora se dá em torno das situações excepcionais do mercado externo que geraram a alta no preço. “São efeitos externos que fizeram com que a arrecadação aumentasse”, pondera. Por essa razão é que o deputado defende que o correto seria um instrumento regulador, autorizando a redução dos impostos conforme o caso. “Mas eu não tenho dúvidas de que a finalidade de todos esses projetos é eleitoreira”, afirma. Na sua avaliação, visa especialmente agradar os caminhoneiros, base que o presidente Jair Bolsonaro tenta atrair para si.

Governo do Rio

Na leitura que faz dos números das pesquisas e mesmo do último resultado eleitoral, Ganime não tem dúvidas de que a maioria da população brasileira não acompanha a polarização entre o candidato do PT, Luiz Inácio Lula da Silva, e o presidente Jair Bolsonaro (PL), que tenta a reeleição. Essa maioria ou está ainda desligada da discussão política ou dispersa entre as outras opções eleitorais. O desafio é conseguir aglutinar esses eleitores. “Eu não sei se deverá haver um momento aí na frente no qual os nomes que se apresentam como a tal terceira via se unirão em torno de um só projeto”, avaliou o deputado. “Eu não sei de deverá haver esse momento, mas eu sei que deveria haver esse momento”, prega ele. Valendo-se do mesmo raciocínio, Ganime resolveu lançar-se candidato ao governo do Rio de Janeiro. “No Rio, não há aquela situação na qual o eleitor possa olhar para as opções do passado e julgar que pode dar a elas uma segunda chance, porque todas essas opções foram condenadas e presas”, diz ele. “Eu não vou ser o sétimo ou oitavo governador do Rio preso”. Na avaliação de Ganime, haveria espaço na disputa do Rio para uma terceira via. Para o deputado do Novo, não há mais dúvida de que o deputado Marcelo Freixo, do PSB, sairá candidato apoiado pelo PT. E o governador Cláudio Castro, do PL, disputará a reeleição. “Freixo terá o apoio de Lula, e Cláudio Castro terá o apoio de Bolsonaro. Mas nem Freixo nem Claudio Castro são os próprios Lula e Bolsonaro”, argumenta. Ganime aposta nas taxas altas de rejeição do deputado do PSB e do governador.
Siga-nos noGoogle News
Compartilhar

Tags

Rio de Janeiro combustíveis novo governo do Rio Paulo Ganime

Temas

Congresso Notícia
COLUNAS MAIS LIDAS
Congresso em Foco
NotíciasColunasArtigosFale Conosco

CONGRESSO EM FOCO NAS REDES