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Saída de Alckmin do PSDB foi antecipada por reunião com o PSB de São Paulo

O ex-governador de São Paulo Geraldo Alckmin anunciou sua desfiliação do PSDB nesta quarta-feira (15), após 33 anos no partido.

Rudolfo Lago

Rudolfo Lago

15/12/2021 16:38

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Geraldo Alckmin. Foto: Via Rápida via Flickr.

Geraldo Alckmin. Foto: Via Rápida via Flickr.
Na véspera de anunciar sua desfiliação do PSDB nesta quarta-feira (15), o ex-governador de São Paulo Geraldo Alckmin teve uma reunião com a cúpula do PSB no estado. Estiveram na reunião o ex-governador de São Paulo Marcio França, o deputado estadual Caio França, filho de Marcio, e o secretário-geral do partido em São Paulo, Mario Luiz Guide. Os detalhes da reunião não foram inteiramente conhecidos, mas ela está sendo interpretada dentro do PSB como o passo final para que Alckmin venha de fato a se filiar ao partido para vir a ser o candidato a vice-presidente na chapa de Luiz Inácio Lula da Silva, do PT. A principal constatação é exatamente o fato de Alckmin anunciar sua desfiliação do PSDB um dia depois desse encontro. Uma fonte do Congresso em Foco Insider contou como foi se dando ao longo deste ano a maturação da ideia de formação de uma chapa entre Lula e Alckmin. A ideia original foi de Marcio França, e no começo ela não foi levada muito a sério. Mas Alckmin foi começando a considerar a ideia como algo interessante dentro de um caminho de amadurecimento em um momento em que a democracia está em risco pelas posições radicais de certos setores ligados ao presidente Jair Bolsonaro. A chapa seria um momento de reconstrução democrática, de “ressignificação da política”. Sindicalistas ligados ao Solidariedade trabalharam também para amaciar a ideia junto a sindicalistas do PT. O conteúdo deste texto foi publicado antes no Congresso em Foco Insider, serviço exclusivo de informações sobre política e economia do Congresso em Foco. Para assinar, entre em contato com [email protected]. No caso de Marcio França, o interesse claro é discutir, em troca, que o PT o apoie como candidato ao governo de São Paulo. No caso, o PSB negocia três hipóteses como contrapartida. Além de São Paulo, Marcelo Freixo no Rio de Janeiro e João Campos em Pernambuco. Das três hipóteses, a mais fácil parece ser Freixo no Rio. No caso de São Paulo. França chegou a discutir com Fernando Haddad um pacto a partir do qual aquele que melhor se posicionasse a partir do ano que vem seria o candidato. Haddad resiste a esse ideia. Nessa hipótese, Haddad seria candidato ao Senado. Em Pernambuco, há os problemas partidários familiares e políticos com a petista Marilia Arraes. No PSB, a expectativa é que tudo comece a clarear na virada do ano. Alckmin deverá levar com ele outros nomes saídos do PSDB, como prefeitos e outros políticos do estado. > Ajude-nos a fazer um Congresso em Foco melhor pra você
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