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21/2/2020 15:14

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Presidente Jair Bolsonaro [fotografo] Marcos Corrêa/PR [/fotografo]

Presidente Jair Bolsonaro [fotografo] Marcos Corrêa/PR [/fotografo]
Vamos reconstituir os fatos. Bolsonaro começa o ano com as pesquisas indicando uma melhora na sua aprovação popular. O que ele faz? Vai pra cima dos governadores, dizendo que o preço do combustível é alto por causa dos impostos estaduais. Faz um desafio-bravata que saber ser impossível - zerar impostos - para colocar os gestores estaduais no canto do ringue. > Presidente do INSS pede demissão; secretário de Previdência assume Com esse movimento, o presidente mata dois coelhos com uma só cajadada: mantém sua campanha permanente como representante da onda anti-sistema (contra impostos, contra políticos etc.) e encurrala governadores que se colocam como eventuais adversários na disputa por sua cadeira. Não percam a sequência. Em seguida, o capitão tira o último civil do Palácio do Planalto e nomeia outro general para a Casa Civil. Mais um. "Fora políticos!". Seu filho, o senador Flávio Bolsonaro, tenta jogar um cadáver torturado no colo do PT baiano. Contra assassinos e torturadores qualquer violência se justifica. Nas redes, eles vestem essa “roupa” na esquerda. Em sua permanente campanha contra a mídia, Bolsonaro volta a atacar a jornalista Patrícia Campos Mello e a Globo. Mantém sua marcha autoritária sem nenhum pudor. Para não perder a viagem, o general Heleno ameaça o Congresso Nacional chamando-o de chantagista. O “Foda-se” vira a convocação de uma manifestação contra os políticos. Começam a pipocar motins de policiais militares nos estados da Paraíba e do Ceará, no Nordeste, justamente a região onde o capitão tem mais dificuldades. Coincidências? Homens encapuzados percorrem as ruas de Sobral exigindo o fechamento do comércio. O senador Cid Gomes reage à atitude inaceitável e por pouco não paga com a própria vida. Teríamos o primeiro cadáver político da era Bolsonaro. O episódio faz a tensão aumentar nos quartéis. Começam a circular notícias sobre o próximo escândalo nacional: a venda de emendas parlamentares por deputados. Vamos voltar no tempo? Bolsonaro acabou com o presidencialismo de coalizão, tirou os partidos da Esplanada. Como montou sua base parlamentar? Distribuindo vultosas emendas para os deputados. Alguém falou em dar a corda para o próprio infeliz se enforcar? Quase toda semana o presidente participa de uma formatura nos quartéis. Possui amplo apoio na tropa e nas forças de segurança pública. Praticamente todos os homens armados legalmente no país estão ao seu lado. Cada vez mais empoderados. Uma ampla frente política de defesa da democracia é uma necessidade histórica. As sombras estão cada vez mais próximas. > Aumento de salário de PMs faz relator endurecer regra para ajuda a estados
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