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Regulador Xavier e a crise

Paulo Castelo Branco

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31/3/2017 | Atualizado 10/10/2021 às 16:32

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Registrado nos órgãos de saúde desde 1930, o Regulador Xavier foi criado pelo farmacêutico João Xavier, que desenvolveu o medicamento,  evitando o uso indiscriminado de extratos vegetais e plantas medicinais. O fitoterápico,  que continua nas prateleiras das farmácias, é indicado para controle de distúrbios da menstruação que causavam e causam crises mensais entre muitas mulheres.

O Regulador apresenta dois tipos específicos para cada situação: o número 1 é indicado para o excesso, e o número 2 para a escassez.

Neste momento diário, e não mensal, o país sangra abundantemente e quase não se encontra uma só pessoa que possa ou se atreva a assumir compromissos de aplicar a dose certa do remédio que nos afastará da crise que se espalha em todos os setores da sociedade.

Vivemos um tempo em que o excesso e a escassez são jogados no liquidificador produzindo danos piores do que o esperado, pois, além dos distúrbios, este mix também causa dor de cabeça, medo, ansiedade, com a possibilidade de longos períodos afastados do convívio familiar e social. Sem um celular para se ligar às redes sociais, os e as pessoas atingidas pelo mal se refugiam em solitárias e sofrem, quase sem assistência, os resultados dos excessos praticados e a escassez de caráter que os fazem seres semelhantes.

O exagero de autoridades, ao acionar centenas de agentes para caçar rebanhos nos campos minados da concorrência internacional, prejudicou empresas, pessoas e o povo, sem apresentar resultados que possam justificar os seus desatinos só comparados aos incômodos.

É evidente que houve escassez de bom senso e excesso de autoridade. Se o ministro Blairo Maggi não fosse experiente agricultor, acostumado a conviver com intempéries, não há dúvida de que a vaca não estaria só atolada, mas teria sido engolida pelo brejo.

É fato que o eficiente e eficaz desempenho do homem do campo permitiu aos eleitores observar um político que sabe falar claro e seguro sobre assunto sensível, demonstrando conhecimento e espírito público no desempenho da função. Como sabe cavalgar, se continuar no bom campo, estará pronto a selar o cavalo que chega veloz,  montando-o  e  guiando-o para o rumo certo.

Há, ainda, o excesso de investigados – acusados, réus e condenados – que vieram dos píncaros do poder e, hoje, empilhados em celas por escassez de espaço, de tão próximos, se transformam de inimigos políticos a amigos de fé e esperança. Trocam segredos, elaboram suas memórias, acordam que o primeiro a ser libertado deverá auxiliar a família do que ficou, tudo nos moldes do praticado por criminosos que escolheram o crime como atividade principal. Não há escassez de solidariedade.

Não se deve esquecer o excesso de leis, a escassez de regulamentação, inclusive de preceitos constitucionais. Não se deve, também, reconhecer o esforço descomunal do juiz Sergio Moro e de seus pares que, sem excessos e com destreza, fazem funcionar a balança da Justiça como agora ao condenar Eduardo Cunha, hábil político pego com a mão na botija.

O país sobrevive com ajuda de aparelhos, e novos rumos são apontados para que saiamos da encruzilhada político-social e econômica, mesmo com a oposição se excedendo em discursos e ameaças, preparando-se para, novamente, tentar nos golpear com suas propostas retrógradas e corruptas.

O presidente Temer usa o velho remédio em dosagens certas, respeitadas as regras da bula: número 1 excesso; número 2 escassez, sem precisar correr sangue, como pregam alguns revolucionários preparados para a guerra.

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