Entrar

    Cadastro

    Notícias

    Colunas

    Artigos

    Informativo

    Estados

    Apoiadores

    Radar

    Eleições 2026

    Quem Somos

    Fale Conosco

Entrar

Congresso em Foco
NotíciasColunasArtigosRadarEleições 2026
  1. Home >
  2. Colunas >
  3. Apertem os cintos... o piloto sumiu | Congresso em Foco

Publicidade

Publicidade

Receba notícias do Congresso em Foco:

E-mail Whatsapp Telegram Google News
LEIA TAMBÉM

Marcus Pestana

A hora da decisão se aproxima

Marcus Pestana

Estratégias de desenvolvimento, pobreza e desigualdade

Marcus Pestana

A política como vocação

Marcus Pestana

Direita e esquerda: uma distinção que ainda faz sentido?

Marcus Pestana

Trump, o anticapitalista

Apertem os cintos... o piloto sumiu

Marcus Pestana

Marcus Pestana

20/5/2013 | Atualizado 10/10/2021 às 16:28

A-A+
COMPARTILHE ESTA COLUNA
O Brasil avançou nas últimas duas décadas. Mas estamos a léguas de distância do país que deveríamos legar às futuras gerações. Oportunidades estão sendo jogadas fora. A desindustrialização e a perda de competitividade da economia ameaçam. Há uma revolução educacional por fazer. Um choque de inovação e criatividade se faz necessário. Há uma agenda de reformas estruturais negligenciada. Condições políticas existem diante do olhar de um observador desatento. Temos uma presidente com popularidade nas alturas. A maioria governista é esmagadora como nunca no Congresso Nacional. Nas últimas semanas, em Brasília, começou a crescer uma percepção clara do desgoverno que impera. O modelo do presidencialismo imperial de cooptação se revela disfuncional. O estilo da ação presidencial de Dilma não agrega, não cativa, não convence. O descontentamento silencioso de sua base murmura pelos cantos. Os argumentos são substituídos por gestos irritados e manifestações autoritárias. As bolas divididas necessárias são trocadas pela obsessão por popularidade nas pesquisas. O marketing substitui a política. Lincoln certa vez disse: “Pode-se enganar a todos por algum tempo. Pode-se enganar alguns por todo o tempo. Mas não se pode enganar a todos todo o tempo”. A fragilidade e a ausência de sentido estratégico do governo Dilma se revelam a cada dia. A falta de disposição reformadora vem à luz do dia. Foi isto que se viu na votação do Código Florestal, na morte da reforma política, na fratura da Federação nas votações dos royalties do petróleo e na reforma do ICMS, nos conflitos institucionais entre os Poderes, na multiplicação de ministérios, na modernização dos portos. Não basta cooptar. A máscara caiu. De que vale uma presidente ausente e autoritária e uma base política inoperante? Não há bússola, não há comando claro, não há articulação política. A base é paquidérmica por seu tamanho e pela falta de agilidade. Assemelha-se a um serpentário nas lutas intestinas, nos boatos de bastidor e nas acusações mútuas sobre “tenebrosas transações”. E parece uma nau sem rumo pela falta de ousadia. Presidência da República não é lugar para só gerenciar, e mau, a máquina governamental agigantada e confusa. Presidência é lugar para estadista, que faça o que é preciso ser feito, que encare conflitos, que faça o país avançar, mesmo que isto custe pontos nas pesquisas de opinião. Presidência é lugar para o líder político da Nação, produtor de consensos, articulador de soluções, construtor de pontes, agente da transformação e do futuro. Dilma não tem o perfil, a história e o jeito. É uma invenção de Lula. Politicamente, estamos à deriva. Só nos resta concordar com o senador Aécio Neves, que, diante da melancólica fotografia de desgoverno a que assistimos em eventos recentes, lembrou a fala firme do oficial advertindo o comandante que abandonava o navio, naufragando no litoral da Itália: “Vada a bordo”, presidenta! Veja outros textos sobre as eleições 2014
Siga-nos noGoogle News
Compartilhar

Tags

Código Florestal Lula Dilma PSDB Eleições 2014 Aécio Neves ICMS

Temas

País Colunistas
COLUNAS MAIS LIDAS
Congresso em Foco
NotíciasColunasArtigosFale Conosco

CONGRESSO EM FOCO NAS REDES