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Mensaleiros e sanguessugas enriquecem mais

Congresso em Foco

30/7/2006 | Atualizado às 9:58

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O jornal Folha de S. Paulo traz na edição deste domingo (30) uma análise das declarações de bens dos congressistas acusados de participação nos escândalos do mensalão e dos sanguessugas. Segundo o jornal, o levantamento mostra que esse grupo teve uma evolução patrimonial maior durante o governo Lula do que nos últimos quatro anos da administração do tucano Fernando Henrique Cardoso.

O jornalista Fernando Rodrigues, que assinou a matéria, analisou os dados patrimoniais de 33 congressistas que estiveram presentes nas eleições de 1998, 2002 e 2006. De 1998 a 2002, informa o jornal, os mensaleiros e sanguessugas registraram um aumento médio de patrimônio da ordem de 28,6%. Já nos quatro anos seguintes, com Lula, a evolução pula para 136,9%.

Patrimônio de Vadão cresceu 810%

O deputado Vadão Gomes (PP-SP)registrou um crescimento patrimonial acima da média ao longo dos últimos períodos. Em 1998, Vadão declarou ter um patrimônio avaliado em R$ 3,929 milhões. Já em 2002, passou para R$ 7,140 milhões. Agora, está com R$ 35,781 milhões. Um crescimento de 403% num período de quatro anos e de 810% em oito anos.

Ainda segundo a matéria, mesmo quando se retira Vadão Gomes do cálculo, os mensaleiros e os sanguessugas mantêm um desempenho melhor durante os anos de Lula no poder do que no período de FHC. Com apenas 32 registros de congressistas acusados de envolvimento nos últimos escândalos, a evolução patrimonial de 1998 a 2002 foi de 15%. Sob Lula, os mesmos políticos aumentaram seus bens em 31,7%.

Suspeitos da máfia das ambulâncias dobram patrimônio

Levantamento realizado pelo jornal Estado de S. Paulo e divulgado hoje diz que dois em cada cinco suspeitos da máfia das ambulâncias dobraram de patrimônio. Nas declarações de bens entregues à Justiça Eleitoral pelos 90 parlamentares notificados pela CPI dos Sanguessugas cerca de 40% dobraram de patrimônio nestes últimos quatro anos.

De acordo com a reportagem, o campeão de crescimento patrimonial é o deputado Irapuan Teixeira (PP-SP), que aumentou seu patrimônio em 2.371% no período. No entanto, o mais rico é o gaúcho Érico Ribeiro (PP-RS), com ações e propriedades que somam R$ 37,2 milhões, seguido de perto pelo ex-deputado paraibano Ricardo Rique (PL-PB), que possui R$ 34,6 milhões e é suplente de deputado.

Depois de Irapuan, informa o jornal, as maiores variações percentuais de patrimônio são registradas pelo deputado Coronel Alves (PL-AP), que multiplicou por dez seus R$ 42 mil de 2002, e Jorge Pinheiro (PL-DF), que declarou possuir bens com valor 719%maior em 2006.

Acusado de receber R$ 200 mil em propina da empresa Planam, o deputado Cabo Júlio (PMDB-MG) tinha apenas dois imóveis em 2002, totalizando R$ 113 mil. Quatro anos depois, aumentou em cinco vezes seu patrimônio.
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