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Okamotto vai à CPI, mas não irá falar de Lula

Congresso em Foco

2/4/2006 9:49

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O presidente do Sebrae, Paulo Okamotto, não terá como escapar da acareação marcada para a próxima terça-feira (4) com o ex-assessor do PT Paulo de Tarso Venceslau na CPI dos Bingos. Mas ele poderá se calar diante de perguntas que não digam respeito às denúncias de corrupção em prefeituras petistas.

O ex-militante petista acusa Okamotto de comandar um esquema de corrupção em prefeituras comandadas pelo PT no início dos anos 90. No entanto, ele terá o direito de não responder a perguntas sobre o pagamento da dívida do presidente Luiz Inácio Lula da Silva ou outras despesas da família do presidente. Okamotto é amigo pessoal de Lula.

O direito ao silêncio é assegurado pela decisão do ministro Sepúlveda Pertence, do Supremo Tribunal Federal. De acordo com a decisão do ministro do STF, as perguntas deverão se limitar a pontos de divergência entre declarações anteriores dos acareados "sobre fatos ou circunstâncias relevantes, considerado o objeto do inquérito parlamentar".

Antes, o Supremo já havia impedido um segundo depoimento de Okamotto, bem como o acesso da CPI aos dados da quebra de seus sigilos fiscal, bancário e telefônico.

Há cinco meses, Okamotto prestou depoimento na CPI dos Bingos, quando não convenceu os senadores de que teria pago uma dívida de R$ 29,4 mil do presidente Lula com o PT, no início de 2003. A CPI investiga a suspeita de que o pagamento tenha sido feito com dinheiro do caixa dois do partido.

Desde então, o presidente do Sebrae se recusa a identificar datas e valores dos saques que supostamente ele e a mulher teriam feito em agências de Brasília, São Paulo e São Bernardo do Campo para honrar a dívida do presidente. Os depósitos teriam sido feitos em dinheiro vivo para que Lula constasse como autor dos pagamentos.

Na última quinta-feira, Okamotto deu entrevistas dizendo que recorreria à Justiça para não ser obrigado a comparecer à acareação na CPI. Ele enfrentou um constrangimento ao tentar fugir do escrivão da Polícia Federal, assessor da CPI, que tentava entregar-lhe a intimação para o comparecimento à acareação.
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