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Incêndio destrói seis andares de prédio do INSS

Congresso em Foco

27/12/2005 12:49

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Um incêndio destruiu hoje seis dos dez andares da sede do Instituto Nacional de Seguro Social (INSS) no Setor de Autarquias Sul em Brasília. O fogo começou a se alastrar por volta das 7h15 no sétimo andar, onde funcionava o Departamento de Contabilidade, e avançou pelos andares superiores e inferiores. O Corpo de Bombeiros informou que o fogo já foi controlado e que os trabalhos agora se concentram na eliminação dos focos.

Não houve feridos. Apenas os seguranças e um motorista estavam no prédio, já que, naquele horário, o expediente não havia começado. A segurança Maria das Dores Rodrigues acionou os bombeiros. Todos deixaram o prédio sem problemas, mas o motorista, que dormia dentro do carro, teve de ser resgatado.

As causas do incêndio ainda são desconhecidas e o Corpo de Bombeiros vai aguardar o laudo pericial. Não está descartada a possibilidade de incêndio criminoso. Ainda não há informações sobre quais documentos foram perdidos. Por enquanto, a PF trabalha com a hipótese de acidente. Um dos andares atingidos concentrava os documentos relacionados a fraudes contra o INSS.

O comandante-geral da operação, coronel Sossicenes de Oliveira Filho, afirmou que, do quinto ao décimo andar, o comprometimento foi geral. A despeito da dimensão do incêndio, não há risco de o prédio desabar, porque os pilares de sustentação não foram atingidos.

A segurança Maria das Dores afirmou ter visto o ar-condicionado explodir na Contabilidade quando fazia a ronda nas salas. Outra funcionária, Gabriela Ceamgallops, afirmou que os funcionários reclamavam que o aparelho podia explodir a qualquer momento. Segundo ela, ele apresentava defeitos e tinha fios soltos.

De acordo com o oficial dos bombeiros Luiz Blum, o preventivo de incêndio dentro do edifício não era satisfatório. “As condições do edifício não eram boas. Os hidrantes de parede são precários e não permitem o combate rápido, além das escadas estreitas e da própria estrutura do prédio, com muitos carpetes, divisórias de madeira, fios descapados e outras condicionantes desfavoráveis”, explicou.

Luiz Blum lembrou que o último incêndio de grande porte em Brasília aconteceu em 1988, no antigo prédio do Ministério de Habitação e Urbanismo na Asa Norte.
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