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Lula determina expulsão de servidor da CGU acusado de agredir mulher

Presidente classifica episódio como inadmissível e ordena apuração e demissão de auditor flagrado agredindo mulher e criança no DF

Congresso em Foco

25/12/2025 | Atualizado 26/12/2025 às 8:56

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O presidente Luiz Inácio Lula da Silva repudiou nesta quinta-feira (25) a agressão cometida por um servidor da Controladoria-Geral da União (CGU), identificado como David Cosac Junior, contra uma mulher e o filho dela no último dia 7, no Distrito Federal. Em nota divulgada nas redes sociais, Lula afirmou ter determinado a abertura de um processo interno de responsabilização e a expulsão do agressor do serviço público.

O presidente classificou o episódio como "inadmissível" e afirmou que o caso exige uma resposta firme do poder público. "Por isso determinei ao ministro Vinícius de Carvalho, controlador-geral da União, a imediata abertura de processo interno para responsabilização e expulsão do serviço público do agressor", declarou.

"Não vamos fechar os olhos aos agressores de mulheres e crianças, estejam eles onde estiverem, ocupem as posições que ocuparem. Um servidor público deve ser um exemplo de conduta dentro e fora do local de trabalho."

Publicação do presidente Lula sobre o caso.

Publicação do presidente Lula sobre o caso.Reprodução/X

Em nota, o ministro da Controladoria-Geral da União afirmou que o órgão não se omitirá diante de um episódio classificado como "gravíssimo e inaceitável". Vinícius de Carvalho informou que providências imediatas foram adotadas.

O ministro determinou o encaminhamento das informações à Corregedoria-Geral da União (CRG) e à Comissão de Ética da CGU, com a abertura de investigação preliminar de responsabilidade, além da demissão do servidor e da proibição de seu ingresso nas dependências da CGU enquanto durarem as apurações.

"A CGU vai acompanhar o caso e adotar todas as providências cabíveis dentro de suas atribuições, com rigor, responsabilidade e respeito ao devido processo legal", concluiu.

Nota do ministro da CGU sobre o caso.

Nota do ministro da CGU sobre o caso.Reprodução/Instagram

Entenda o caso

Imagens de câmeras de segurança de estacionamento registraram o momento em que David Cosac Junior avança contra uma mulher que segurava o filho de quatro anos no colo e agride ambos com socos e tapas. O episódio ocorreu em Águas Claras, no Distrito Federal.

O agressor atuava como auditor federal de finanças e controle da CGU. Segundo dados do Portal da Transparência, ele recebia remuneração mensal de R$ 33 mil.

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