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Internacional

Trump elogia intervenção militar dos EUA na Venezuela

Após ação que resultou na captura do líder venezuelano Nicolás Maduro, presidente afirma o país tem a "a força militar mais poderosa e sofisticada do mundo".

Congresso em Foco

6/1/2026 18:18

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Em pronunciamento realizado em Washington, o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, dirigiu-se a parlamentares do Partido Republicano para elogiar a intervenção militar americana realizada na Venezuela no sábado anterior. A operação resultou no sequestro do presidente venezuelano, Nicolás Maduro, e de sua esposa, Cília Flores.

Trump afirmou que a ação teve vítimas fatais, incluindo "muios cubanos", mas não forneceu detalhes adicionais. O discurso, que marcou a abertura do ano legislativo no Congresso, destacou a complexidade da operação, com o uso de 152 aeronaves e um grande contingente de tropas em terra. O presidente lamentou as mortes ocorridas, referindo-se a integrantes da equipe de segurança de Maduro.

Trump deu a declaração durante a abertura do ano legislativo do Congresso.

Trump deu a declaração durante a abertura do ano legislativo do Congresso.Molly Riley/Casa Branca

Durante a fala, Trump voltou a atacar o presidente venezuelano, a quem descreveu como violento, e mencionou um vídeo em que Maduro imitaria seus passos de dança. O republicano também exaltou a atuação das Forças Armadas dos EUA na América do Sul e citou o corte de energia elétrica em grande parte da Venezuela como elemento decisivo para o sucesso da ofensiva.

Para Trump, a operação reforça que os Estados Unidos possuem "a força militar mais poderosa e sofisticada do mundo", desafiando qualquer país a enfrentá-los. O presidente ainda criticou o Partido Democrata por se opor à ação e acusou manifestantes em Nova York de serem pagos para protestar contra o sequestro de Maduro.

Em resposta, o ministro da Defesa da Venezuela, Vladimir Padrino, denunciou a morte de integrantes da segurança presidencial durante o ataque, classificando os episódios como "mortes a sangue frio". Ele exigiu a libertação de Maduro, que, segundo o governo venezuelano, está detido em Nova York sob acusações de narcoterrorismo.

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