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Bolsonaro preso

"Situação totalmente insalubre", diz Carlos sobre cela de Bolsonaro

Vereador criticou umidade da acomodação na Polícia Federal e demora para atendimento médico.

Congresso em Foco

7/1/2026 8:44

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Carlos Bolsonaro (PL) afirmou nesta terça-feira (6) que o ex-presidente Jair Bolsonaro está detido em condições que classificou como insalubres na Superintendência da Polícia Federal (PF), em Brasília. Segundo ele, o ambiente da cela apresenta problemas estruturais e sonoros que, na avaliação da família, colocam em risco a saúde do ex-mandatário.

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De acordo com Carlos, o local onde o pai está acomodado seria inadequado até mesmo para detentos comuns.

"O quarto dele era um quarto úmido, molhado, inclusive, e que esse problema não foi corrigido também. Eu vejo uma situação totalmente insalubre, uma situação normal. Imagina para uma pessoa que pode estar acontecendo alguma coisa mais grave. Eu não digo só quanto à presença da República, não. É quanto a uma pessoa normal."

O vereador também comparou o tratamento dado ao ex-presidente com o de outros presos, criticando a demora para a realização de exames médicos após a queda sofrida na cela.

"Eu tenho certeza absoluta que um traficante, se tivesse batido a cabeça na cadeia, ele estaria no hospital hoje em dia. E, infelizmente, não é o que está acontecendo. É inacreditável."

Ao ser questionado por uma repórter se o barulho do ar-condicionado constante na cela persistia, problema relatado pela família anteriormente, Carlos Bolsonaro respondeu em tom de indignação que a situação não se resume ao funcionamento do ar-condicionado. Segundo ele, há outros ruídos contínuos e condições que considera insalubres no local de detenção.

"Não é só o barulho do ar-condicionado, não. Tem diversas outras situações escritas por ele, que ele solicitou que se averiguasse. Não é uma questão de barulho do ar-condicionado. É um som constante que irrita qualquer pessoa. Isso é insalubre. Você falar somente barulho de ar-condicionado é um pouco vazio."

O filho do ex-presidente disse ainda que Bolsonaro permanece fragilizado fisicamente e emocionalmente.

"Estou vendo aqui meu pai definhando na cadeia uma situação extremamente anormal, até para uma pessoa de alta periculosidade, que não é o caso."

Carlos também afirmou que o ex-presidente passou o dia sem se alimentar e que a família aguardava uma transferência para atendimento hospitalar, como teria ocorrido em situações anteriores.

"A Michelle voltou agora para casa porque foi fazer a comida para entregar para ele, porque ele ficou o dia inteiro sem comer."

Segundo o vereador, decisões anteriores do ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), previam encaminhamento direto ao hospital em caso de emergência, o que, segundo ele, não estaria sendo cumprido.

"Inclusive, da própria decisão do ministro Alexandre Moraes, foi que, em caso de emergência, ele se encaminhasse diretamente ao hospital e, posteriormente, houvesse a comunicação do ocorrido e tudo seguiria de uma maneira tranquila e dentro da lei."

Mais cedo, Alexandre de Moraes negou o pedido de transferência imediata de Jair Bolsonaro para uma unidade hospitalar, ao entender que não havia necessidade de remoção urgente. O ministro determinou que a Polícia Federal encaminhasse ao Supremo o laudo médico elaborado por profissionais da corporação.

O documento enviado ao STF apontou que Bolsonaro apresentou sinais de queda durante a noite, com lesão superficial no rosto e presença de sangue. O relatório também mencionou o histórico recente de cirurgia, o uso de medicamentos de ação no sistema nervoso central, anticoagulantes e outras comorbidades, informações que foram repassadas à equipe médica do ex-presidente.

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