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Minas Gerais
Congresso em Foco
16/1/2026 10:32
O governador de Minas Gerais, Romeu Zema, confirmou deixará o cargo em 22 de março para protagonizar campanha em 2026. Zema pretende concorrer a presidente e negou a possibilidade de se juntar ao senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) como vice em possível candidatura.
Segundo a Lei Complementar 64/1990, para ser elegível a outro cargo do Executivo, um mandatário deve deixar o cargo até três meses antes das eleições. Em 2026, com o pleito previsto para 4 de outubro, a data-limite é 4 de abril.
Com o afastamento, o vice-governador Mateus Simões de Almeida deve assumir o governo de Minas Gerais e permanecer no cargo até as eleições de 2026.
A pré-candidatura à presidência foi lançada por Zema em 16 de agosto do ano passado, durante o 9º Encontro Nacional do Novo. No evento, Zema prometeu "implementar os avanços que realizou em Minas Gerais em todo o Brasil".
"Se deu para deixar o estado mais leve em Minas, dá para fazer no Brasil. Existe um Brasil produtivo, moderno, competitivo e a espera de um governo sério. O Brasil que queremos é o que trabalha, arrisca, vence e dá orgulho. É com esse Brasil bravo que nós vamos chegar à Brasília, para varrer o PT do mapa."
Discursos alinhados
Em entrevista coletiva na terça-feira (13), Flávio Bolsonaro também negou que Zema integrará sua chapa. "Não pedi para ser meu vice nem ele se ofereceu", afirmou o senador. Ele previu que a escolha de um candidato a sua vice-presidência deve ser realizada na reta final da campanha. "Vice é a última coisa que a gente resolve em uma campanha."
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