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Fraudes em Licitações

CGU multa empresas em mais de R$ 211 milhões por fraudes em licitações

Punições atingiram nove empresas envolvidas em esquemas revelados pelas operações Lava Jato, Fiat Lux e Topique.

Congresso em Foco

21/1/2026 9:10

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A Controladoria-Geral da União (CGU) tornou públicas, na última terça-feira (20), por meio do Diário Oficial da União (DOU), as sanções administrativas impostas a nove empresas consideradas culpadas de envolvimento em fraudes em licitações públicas e na execução de contratos financiados com recursos federais.

As penalidades aplicadas, que totalizam um montante superior a R$ 211 milhões em multas, são resultado de investigações que se estendem pelas operações Lava Jato, Fiat Lux e Topique. Além disso, incluem contratos firmados com a Transpetro e a Superintendência Regional do INSS no Nordeste (SR-IV).

Empresas punidas pela CGU ficaram impedidas de participar de licitações por até cinco anos.

Empresas punidas pela CGU ficaram impedidas de participar de licitações por até cinco anos. Freepik

Entre as medidas punitivas implementadas, destacam-se a declaração de inidoneidade, que impede as empresas de contratar com a administração pública por um período de cinco anos, e a exigência de divulgação das decisões em veículos de comunicação de grande alcance.

Operações Lava Jato e Fiat Lux

No contexto das operações Lava Jato e Fiat Lux, a SNC-Lavalin Inc, através de sua controlada Marte Engenharia Ltda, foi responsabilizada por efetuar o repasse de vantagens indevidas a agentes públicos da Eletronuclear, uma subsidiária da Eletrobras. O objetivo era garantir o pagamento de pendências contratuais.

A CGU impôs à SNC-Lavalin a sanção de declaração de inidoneidade para participar de licitações e firmar contratos com a administração pública.

Operação Topique e o transporte escolar no Piauí

A Operação Topique revelou fraudes em contratos de transporte escolar celebrados pela Secretaria de Educação do Estado do Piauí (SEDUC/PI), utilizando recursos do FUNDEB. As empresas implicadas (Marvão Serviços, Line Transporte, C2 Transporte, DRM Locadora e Coração de Mãe Locadora) foram multadas em um valor total superior a R$ 175 milhões.

As penalidades incluem, para além disso, o impedimento de contratar com a União por um período de cinco anos e a desconsideração da personalidade jurídica, afetando os sócios administradores.

Contrato de vigilância eletrônica

Irregularidades detectadas no contrato de vigilância eletrônica com a empresa Ativa System Brasil resultaram em uma multa de R$ 36,7 milhões. A empresa apresentou uma proposta com sobrepreço, terceirizou serviços sem a devida notificação ao órgão contratante e recebeu pagamentos sem a correspondente execução dos serviços.

A Ativa também foi declarada inidônea por um período de cinco anos.

Afretamento de navios da Transpetro

No âmbito da contratação para o afretamento de navios Aframax DP, a CGU aplicou sanções às empresas Noroil e Devaran International Ltd devido a fraudes identificadas no processo licitatório e ao pagamento de propina a um agente público. Ambas as empresas foram declaradas inidôneas, com a extensão da sanção aos respectivos sócios.

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