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CPMI DO INSS

Antes da CPMI, Mendonça havia autorizado quebra de sigilos de Lulinha

Ministro já havia dado sinal verde para pedido da Polícia Federal para investigar filho do presidente Lula.

Congresso em Foco

26/2/2026 | Atualizado às 15:34

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A CPMI do INSS aprovou nesta quinta-feira (26) a quebra dos sigilos bancário e fiscal de Fábio Luís Lula da Silva, conhecido como Lulinha, filho do presidente Lula. A votação sucede uma decisão do ministro André Mendonça, do STF, que na segunda-feira (23) autorizou a Polícia Federal a acessar não apenas esses dados, como também o conteúdo dos e-mails do empresário.

Lulinha é suspeito de ter sido beneficiado com o esquema de desvios de pensões e aposentadorias do INSS a partir de contratos irregulares de descontos associativos. A Polícia Federal investiga se ele teria recebido repasses da organização criminosa, com indícios de que ele estaria recebendo R$ 300 mil ao mês dos envolvidos na fraude.

Primeiro pedido de quebra de sigilo partiu da própria Polícia Federal.

Primeiro pedido de quebra de sigilo partiu da própria Polícia Federal.Gustavo Moreno/STF

As suspeitas surgiram a partir do depoimento do empresário Edson Claro, ex-funcionário de Antônio Carlos Camilo. Em outubro, ele afirmou que "Fábio Lula" estaria em três reuniões com o lobista, e que os dois teriam fechado um contrato de R$ 300 mil mensais com a comercialização de "kits de sangue". Os repasses teriam sido intermediados pela empresária Roberta Luchsinger.

A defesa de Lulinha nega as acusações. O presidente Lula chegou a ser questionado sobre a possibilidade de envolvimento de seu filho no escândalo, respondendo que, se for verdade, que os indícios devem de fato ser investigados e eventuais irregularidades devem ser punidas.

Votação tumultuada

O requerimento de quebra dos sigilos de Lulinha partiu do próprio relator da CPMI, Alfredo Gaspar (União-AL). Segundo o deputado, "a necessidade de investigar Fabio Luis decorre diretamente de mensagens interceptadas em que Antônio Camilo, ao ser questionado sobre o destinatário de um pagamento de R$ 300 mil destinado à empresa de Roberta Luchsinger, responde explicitamente tratar-se de 'o filho do rapaz'".

Parlamentares governistas acusaram o relator de agir de forma seletiva, e o presidente Carlos Viana (Podemos-MG) de autorizar uma votação irregular ao autorizar votação simbólica mesmo com protestos de quase metade do colegiado. O governo anunciou que contestará a votação junto à presidência do Congresso, e que fará também uma representação contra Viana no Conselho de Ética do Senado.

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