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Advogado do PSD compara Rio de Janeiro a Gotham City

Ao defender eleição direta, representante do PSD citou cidade fictícia como metáfora para o Rio de Janeiro.

Congresso em Foco

8/4/2026 15:35

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Durante o julgamento da ação no STF que discute a definição do rito de eleição para o governo interino do Rio de Janeiro, o advogado Thiago Fernandes Boverio, que representa o diretório estadual do PSD, comparou a situação de seu Estado à cidade fictícia de Gotham City, da série de histórias de quadrinhos do Batman. Segundo o jurista, uma eleição indireta traria piora na situação do Rio.

"Me desculpem a picardia do Caipira, que gosta de falar por metáforas. Eu acredito que o Rio de Janeiro virou Gotham City. Gotham City, e se for realizada eleição em Gotham City, indireta, é mais fácil eleger o Coringa do que o Batman. A situação é complicada, Excelências", afirmou.

Logo em seguida, defendeu que a Constituição endossa uma eleição direta ao governo do Estado ao determinar que "todo o poder emana do povo", e adotou mais uma metáfora: "A bola tem que ser colocada no chão, e devido ao status quo, quem deve decidir o futuro do Rio de Janeiro é a população, são os eleitores fluminenses".

Futuro do Rio de Janeiro

O STF julga nesta quarta-feira (8) a ADI 7942 e a RCL 92644, duas ações que tratam dos critérios de eleição do novo governo interino do Rio de Janeiro, que deverá assumir a gestão do Estado até o final do ano.

Os processos tramitam sob relatoria de Luiz Fux e Cristiano Zanin. A controvérsia nasce diante das circunstâncias da renúncia do ex-governador Cláudio Castro, que entregou o cargo no mês de março na véspera de sua condenação por abuso de poder econômico no TSE.

Se a vacância for considerada de natureza eleitoral, por causa da cassação decidida pelo TSE, prevalece a tese de eleição direta, já que faltam mais de seis meses para o fim do mandato. Se, porém, o STF entender que a vacância decorreu da renúncia de Castro, ou seja, de causa não eleitoral, ganha força a lei estadual do Rio, que prevê eleição indireta pela Assembleia Legislativa.

Além de decidir entre eleição direta e indireta, o STF também vai analisar trechos da lei fluminense que regulamenta a disputa indireta, como o prazo de desincompatibilização dos candidatos e a forma de votação, aberta ou secreta.

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