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CORRIDA ACIRRADA

Quaest: Flávio ultrapassa Lula numericamente em 2º turno pela 1ª vez

Levantamento mostra senador do PL com 42% contra 40% do petista, em cenário de empate técnico. No 1º turno, porém, o presidente ainda lidera a preferência.

Congresso em Foco

15/4/2026 | Atualizado às 9:37

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A nova rodada da pesquisa Genial/Quaest, divulgada nesta quarta-feira (15), traz um sinal de alerta para o presidente Lula (PT) na corrida de 2026. Pela primeira vez na série do instituto, o senador Flávio Bolsonaro (PL) aparece numericamente à frente do petista em um cenário de segundo turno: 42% a 40%. Como a margem de erro é de dois pontos percentuais, a disputa segue em empate técnico. No primeiro turno, porém, Lula ainda lidera. Cenáio semelhante já havia sido captado pelo Datafolha em levantamento divulgado no último sábado (11).

Veja a nova pesquisa Quaest.

O dado mais chamativo do levantamento é justamente a trajetória desse confronto direto. Em agosto do ano passado, Lula tinha 48% contra 32% de Flávio. Em dezembro, a diferença caiu para dez pontos. Em janeiro, para sete. Em fevereiro, para cinco. Em março, os dois empataram com 41%. Agora, o filho do ex-presidente Jair Bolsonaro passa à frente numericamente.

Quaest confirma pesquisas divulgadas recentemente que mostram avanço de Flávio Bolsonaro sobre Lula em eventual segundo turno.

Quaest confirma pesquisas divulgadas recentemente que mostram avanço de Flávio Bolsonaro sobre Lula em eventual segundo turno. Luciano Martins/AtoPress/Folhapress | Ricardo Stuckert/PR

Os principais números

2º turno:

Lula x Flávio Bolsonaro: 42% X 40%, com 2% de indecisos e 16% de brancos, nulos ou eleitores que dizem não votar.

Outros cenários : Lula vence Zema por 43% a 36%, Caiado por 43% a 35%, Renan Santos por 44% a 24% e Augusto Cury por 44% a 23%.

Em março: Lula e Flávio apareciam com 41% cada.

1º turno:

Lula (37%), Flávio (32%), Ronaldo Caiado (6%), Romeu Zema (3%), Augusto Cury (2%) e Renan Santos (2%).

Aprovação do governo:

52% desaprovam Lula, e 43% aprovam.

Avaliação da gestão:

42% consideram o governo negativo, 31% positivo e 26% regular.

Polarização:

43% dizem temer mais a volta da família Bolsonaro ao poder, e 42% afirmam temer mais a permanência de Lula.

Economia:

50% avaliam que a economia piorou, 72% dizem que os alimentos subiram no último mês e 71% afirmam que o poder de compra encolheu em relação a um ano atrás.

Direção do país:

58% veem o Brasil na direção errada, contra 34% que enxergam a direção certa.

Definição de voto:

57% dizem que sua escolha é definitiva, e 43% admitem que ainda podem mudar de ideia.

Flávio vira o adversário mais competitivo

Embora siga à frente no primeiro turno e ainda vença a maioria dos cenários de segundo turno testados pela Quaest, Lula vê Flávio Bolsonaro se consolidar como o adversário mais competitivo do levantamento. O senador é o único a chegar ao limite da margem de erro contra o presidente e o único a ultrapassá-lo numericamente.

Nos demais confrontos, Lula conserva vantagem mais confortável. Entre os nomes hoje colocados no campo da direita, o filho de Jair Bolsonaro é quem mais consegue concentrar o eleitorado oposicionista e encurtar a distância em relação ao petista.

Divisão do eleitorado

Os recortes mostram também que a divisão do eleitorado permanece bastante nítida. Lula segue mais forte no Nordeste e entre os eleitores de menor renda. Flávio, por sua vez, se destaca no Sul, entre evangélicos, entre eleitores de renda mais alta e nos segmentos mais alinhados à direita e ao bolsonarismo.

Desgaste do governo pesa sobre o cenário eleitoral

A pesquisa sugere que o avanço de Flávio ocorre em um ambiente de maior desgaste para o governo. A percepção econômica ajuda a explicar esse quadro. Metade dos entrevistados afirma que a economia piorou nos últimos 12 meses. A pressão dos preços aparece com força: 72% dizem que os alimentos subiram no último mês, e 71% relatam perda de poder de compra em relação a um ano atrás. Além disso, 53% consideram que está mais difícil conseguir emprego hoje do que há um ano.

A pesquisa mostra ainda que a eleição continua atravessada pela rejeição ao campo adversário. De acordo com o levantamento, 59% dizem que Lula não merece continuar por mais quatro anos no cargo, enquanto 38% defendem um novo mandato.

O levantamento ouviu 2.004 pessoas com 16 anos ou mais entre os dias 9 e 13 de abril, em entrevistas presenciais. A pesquisa tem margem de erro de dois pontos percentuais, nível de confiança de 95% e foi registrada no TSE sob o número BR-09285/2026.

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