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Politica
Congresso em Foco
14/7/2026 17:12
Em discurso em Plenário na terça-feira (14), o deputado federal Nikolas Ferreira (PL-MG) disse trabalhar para que o PL da Misoginia não seja votado. Nikolas criticou gastos do governo com a primeira-dama Janja.
Na fala, o parlamentar questionou o uso de recursos públicos e acusou o governo de distorcer críticas como se fossem ataques às mulheres. "Se você, trabalhador brasileiro, que acorda cedo, dorme tarde, se sente desrespeitado por alguém que não tem cargo público, mas usa da estrutura pública, aí você é misógino", afirmou.
"Você não pode criticar um homem biológico que é presidente da Comissão da Mulher, porque senão é misoginia. Você não pode criticar o projeto de misoginia, senão é misoginia. A gente deve estar sem preocupação mesmo no Brasil hoje, né?"
"A Janja passou mais tempo fora do Brasil do que o próprio presidente da República", declarou. Ele ainda criticou a falta de transparência em deslocamentos oficiais. "O Lula colocou ainda em sigilo, não prestou informações sobre a viagem que bancou para a Janja lá em Nova York", afirmou.
Ataques ao governo Lula
O parlamentar ampliou as críticas ao cenário econômico, mencionando aumento de preços e dificuldades enfrentadas pela população. "Enquanto você está aí tendo que pagar viagens mais caras, gasolina mais cara, e vendo o preço dos alimentos subir", disse.
Nikolas também acusou o governo de priorizar pautas ideológicas em detrimento de temas como segurança pública. "O Congresso está preocupado em criminalizar misoginia com a falácia de que isso é para proteger as mulheres", afirmou.
O deputado criticou projetos que tratam da criminalização da misoginia, argumentando que poderiam limitar críticas políticas. "Você não pode criticar os gastos absurdos da Janja, porque senão é misoginia", disse.
"Vai me falar qual revolta que teve? O presidente da República é ávido para falar do Neymar. Ele é ávido para poder falar do Trump, mas em casos que realmente importam o silêncio é total. A esquerda agora quer se preocupar com as mulheres? Opa! É verdade, descobriram agora as mulheres, né? Porque quando o Silvio, ministro dos Direitos Humanos do governo Lula, assediou outra ministra do governo Lula, foi silêncio total."
Fuzil
O deputado afirmou que medidas mais duras de segurança pública, e não projetos legislativos sobre misoginia, são o que de fato protegeriam as mulheres no Brasil. "Protege as mulheres o caramba. O que protege as mulheres é não deixar estupradores e pedófilos saírem da cadeia. O que protege é um fuzil", disse, ao defender o endurecimento no combate à criminalidade.
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