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Mandetta diz que decretar fim de pandemia é "loteria"

Ex-ministro da Saúde, Luiz Henrique Mandetta criticou o fim do estado de Emergência em Saúde Pública de Importância Nacional.

Congresso em Foco

Autoria e responsabilidade de Caio Matos

18/4/2022 18:27

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Ex-ministro da Saúde, Luiz Henrique Mandetta criticou o fim do estado de Emergência em Saúde Pública de Importância Nacional. [fotografo]Jefferson Rudy/Agência Senado[/fotografo]

Ex-ministro da Saúde, Luiz Henrique Mandetta criticou o fim do estado de Emergência em Saúde Pública de Importância Nacional. [fotografo]Jefferson Rudy/Agência Senado[/fotografo]
O ex-ministro da Saúde, Luiz Henrique Mandetta, afirmou que decretar o fim da emergência sanitária da covid-19, neste momento, é uma “loteria” para o surgimento de novas cepas do vírus. A afirmação foi feita ao jornal Folha de São Paulo, nesta segunda-feira (18). "Não sabemos o que pode acontecer. O que pode furar esse esquema, ter de voltar atrás, é uma nova variante. É uma loteria. Pode estar acontecendo de surgir uma nova cepa nesse segundo em São Paulo, pode ser no Vietnã, na África”, afirmou o ex-ministro, que chefiou o Ministério da Saúde de janeiro de 2019 até abril de 2020. O conteúdo deste texto foi publicado antes no Congresso em Foco Insider, serviço exclusivo de informações sobre política e economia do Congresso em Foco. Para assinar, entre em contato com [email protected]. O atual ministro, Marcelo Queiroga, anunciou nesse domingo (17) o fim da Emergência em Saúde Pública de importância Nacional (Espin). Em coletiva de imprensa realizada na manhã de hoje, Queiroga ressaltou que a pasta, baseada nos pareceres das áreas técnicas, entende que “nós não vivemos mais uma emergência de saúde pública nacional”. A Espin foi decretada em fevereiro de 2020, por meio da portaria nº 188. O estado de emergência serviu como base para uma série de medidas de prevenção, controle e contenção para enfrentar a covid-19. Foi a Espin que permitiu, por exemplo, a liberação emergencial de recursos para estados e municípios e a utilização de imunizantes em caráter emergencial, como a Coronavac. Mandetta destaca que o fim do estado de emergência não significa que o governo deverá deixar as medidas preventivas de lado "O SUS é muito bom de vacina, a gente passou de 80% de duas doses. Agora, a vigilância, que é saber quem está no país, se está entrando com febre, isso tem de continuar fazendo. Você não pode relaxar", concluiu.
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