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Congresso em Foco
31/7/2026 | Atualizado às 16:04
O senador e pré-candidato à Presidência da República Flávio Bolsonaro (PL-RJ) afirmou nesta sexta-feira (31) que respeita a decisão do PP em vetar a senadora Tereza Cristina (PP-MS) como candidata a vice-presidente.
Flávio disse sentir-se honrado pela possibilidade de contar com Tereza Cristina na campanha e voltou a dizer que a ex-ministra da Agricultura já havia concordado com o convite. "Fiquei muito honrado quando ela aceitou o convite para caminhar conosco na qualidade de candidata a vice-presidente", declarou.
"Nós vamos caminhar respeitando as decisões internas dos partidos e também sempre respeitando a realidade de cada Estado", disse Flávio. "Até o dia 5, tudo pode acontecer."
Durante a declaração a jornalistas, Flávio fez uma defesa da trajetória política e administrativa da senadora. Ele classificou Tereza Cristina como uma "grande amiga" e afirmou que ela foi uma ministra "excepcional" durante o governo de Jair Bolsonaro.
Ao comentar a decisão do Progressistas, Flávio destacou sua ligação histórica com o partido. O senador lembrou que iniciou a carreira eleitoral no antigo PPB, legenda que passou por mudanças de nome e deu origem ao atual Progressistas.
"É o partido onde eu iniciei a minha carreira política, inclusive, quando fui eleito deputado pela primeira vez, lá em 2002, pelo PPB, número 1120", declarou. Ele afirmou sentir-se "bastante em casa" na relação com o partido, seus dirigentes e presidentes.
"Independentemente de qualquer coisa, quero deixar o meu agradecimento também ao Progressistas. As conversas continuam em vários estados do Brasil. Nós vamos estar juntos em diversos palanques, como aqui em São Paulo."
Busca por vice
Nesta sexta-feira (31), pouco depois de o pré-candidato do PL afirmar que a senadora havia aceitado integrar sua chapa, o Progressistas divulgou uma nota em que reitera a neutralidade na eleição presidencial.
A legenda informou que não iria convocar uma convenção nacional para discutir a possibilidade e destacou que a decisão foi comunicada e acatada por Tereza Cristina, líder do partido no Senado.
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