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Eleições
Congresso em Foco
24/8/2026 7:00
A disputa pelas cadeiras de deputado federal no Rio de Janeiro terá 782 candidatos em disputa para 46 vagas na Câmara dos Deputados nas eleições de 2026.
Os registros do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) mostram uma corrida marcada pela presença de parlamentares que tentam renovar seus mandatos, além de deputados estaduais, vereadores, ex-prefeitos, lideranças municipais e novos nomes.
Dos 46 integrantes da atual bancada fluminense na Câmara dos Deputados, 40 concorrem à reeleição em 2026, o equivalente a aproximadamente 87% dos representantes do Estado.
O PL é o partido com o maior número de deputados federais do Rio tentando permanecer na Câmara, com sete candidatos à reeleição. Na sequência aparece o União Brasil, com seis. O Psol tem quatro, enquanto PT, PSD e PP contam com três candidatos à reeleição cada.
Considerando o conjunto das candidaturas, as principais forças partidárias chegam ao limite permitido pela legislação. Avante, PL, Republicanos, Novo e PSB, além das federações União Brasil-PP e PRD-Solidariedade, apresentam chapas próximas ou iguais ao teto de 47 candidatos a deputado federal. O PSD e a Federação PSDB-Cidadania aparecem logo depois, com 46 nomes, enquanto a Federação PT-PCdoB-PV tem 45.
A quantidade de candidatos por legenda é especialmente importante porque a eleição para deputado federal segue o sistema proporcional. Assim, além da votação individual de cada concorrente, o desempenho conjunto do partido ou da federação interfere diretamente no número de cadeiras conquistadas na Câmara.
Veja a lista completa de candidatos:
Eleitorado
A definição dos 46 representantes fluminenses na Câmara dos Deputados estará nas mãos de mais de 12,8 milhões de eleitores aptos a votar no Rio de Janeiro nas eleições de 2026. O estado reúne cerca de 8,1% de todo o eleitorado brasileiro e permanece como o terceiro maior colégio eleitoral do país, atrás apenas de São Paulo e Minas Gerais.
O primeiro turno será realizado em 4 de outubro. Diferente das eleições para Executivo e Senado, os deputados são escolhidos pelo sistema proporcional, em que o desempenho dos partidos e federações influencia diretamente a distribuição das cadeiras.
No sistema proporcional, os votos são submetidos a um cálculo conhecido como quociente eleitoral. De maneira simplificada, ele é obtido dividindo-se a quantidade de votos válidos destinados ao cargo pelo número de vagas disponíveis.
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