Publicidade
Publicidade
Receba notícias do Congresso em Foco:
Direita
Congresso em Foco
27/8/2026 | Atualizado às 17:11
Uma recepção organizada por apoiadores do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) para acompanhar a saída de Manoel Messias, um dos presos pelos atos de 8 de janeiro de 2023, terminou em uma forte discussão entre duas candidatas do PL no Distrito Federal, que são familiares de condenados.
O episódio ocorreu no último sábado (22), em frente ao Centro Integrado de Monitoração Eletrônica (Cime), e envolveu Mariana Naime, mulher do coronel Jorge Eduardo Naime, e Luiza Cunha, filha de Cleriston Pereira da Cunha, conhecido como Clezão, que morreu enquanto estava preso na Papuda.
Segundo relatos de testemunhas, a discussão escalou e houve até acusação de contato físico, posteriormente relatada à Polícia Civil. O grupo estava no local para recepcionar Manoel Messias depois de cerca de três anos e meio no Complexo Penitenciário da Papuda.
A presença de Mariana Naime teria provocado incômodo entre alguns dos participantes. Pré-candidata a deputada federal pelo PL no Distrito Federal, ela compareceu usando uma camisa de campanha e acompanhada de um segurança.
Mariana, mulher do coronel Jorge Eduardo Naime, se apresenta politicamente como "candidata do Nikolas", em referência ao deputado federal Nikolas Ferreira (PL-MG).
A situação ganhou uma nova dimensão pouco depois, com a chegada de Edjane Cunha e Luiza Cunha, respectivamente mulher e filha de Clezão. Ele morreu em novembro de 2023, enquanto estava preso preventivamente no Complexo da Papuda em decorrência das acusações relacionadas ao 8 de janeiro.
Sua morte se tornou um dos episódios frequentemente mencionados por apoiadores de Bolsonaro nas críticas ao tratamento dispensado aos réus e condenados pelos atos. De acordo com testemunhas, Edjane cumprimentou Mariana e afirmou estar feliz com a presença dela, já que nunca a havia visto naquele local.
Temas
LEIA MAIS
CORRIDA PRESIDENCIAL
AUSÊNCIA INJUSTIFICADA
Câmara desconta R$ 4,5 mil do salário de Jair Renan após faltas